Boas-vindas e Contadores

Este Blog já está em sua terceira versão! Aqui eu me sinto à vontade para ser eu mesma e escrever sobre qualquer coisa que povoe a minha mente. É onde eu desabafo, reflito, compartilho experiências e descobertas, mantenho registro de momentos felizes e de desafios superados, guardo um arsenal de boas memórias, pensamentos e reflexões para me ajudarem nos dias difíceis... Sejam bem-vindos e não pisem na grama, rs... Ah! Se quiser trocar ideias e compartilhar experiências, visite a Página no Facebook, que é uma extensão deste Blog (e acho que os recursos são melhores para todo mundo acompanhar e palpitar)!
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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Mônica ou Cebolinha!?

A Luísa, nossa pequena Mônica, falava igual ao Cebolinha até alguns dias atrás...

Depois de poucos dias em férias na casa da Vovó Neide, com a irmãzinha e o primo Matheus, começou a pronunciar o "R" nas palavras... do jeitinho dela!

O vídeo abaixo foi gravado enquanto aguardávamos o início do Jogo do Brasil nas quartas de final...
Estou postando para mostrar pra ela no futuro!



domingo, 13 de abril de 2014

13 de abril, Dia do Beijo!

Relembrando...
O vídeo que preparei para o aniversário de 2 aninhos da Luísa e 5 da minha sobrinha Gabi.
 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Luísa, 3 anos

Parabéns, querida Luísa, por estar cada vez mais amorosa, linda e esperta... Nós te amamos muito!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ísis, 1 aninho!!!

Parabéns, pequenina, pelo seu primeiro ano de vida!
Obrigada por sua companhia, por sua alegria e ternura... 
Nós te amamos demais!!!! 


domingo, 8 de setembro de 2013

Celebration!







Minha querida Ísis, que você nunca perca o hábito de celebrar suas conquistas, por menores que possam parecer!

Te amo, minha bebê sorriso!

domingo, 11 de agosto de 2013

Farra na piscina



Vejam só a farra que nossas meninas fizeram na piscina do Hotel, neste final de semana: Natália (3 anos e 3 meses), Luísa (2 anos e 8 meses) e Ísis (10 meses).

A Ísis usou a boia como andador, super independente... e queria brincar junto com as meninas maiores.

A Natália e a Luísa se divertiram até... a Nati até aprendeu a mergulhar, parecia um peixinho!!!

domingo, 12 de maio de 2013

Dia das Mães...

Homenagem da Luísa (2 anos e 5 meses) e da Ísis (7 meses) para a mamãe... como se eu ainda precisasse de presente, além das minhas princesas!
A Luísa está ensaiando na escola... Ela disse que fez um coração e que vai cantar "Como é grande o meu amor por você", na festa que será no próximo sábado. Eu pedi que ela cantasse pra mim, mas ela disse que é surpresa... ;)
Feliz dia das mães!



segunda-feira, 11 de março de 2013

Sinais, a linguagem do bebê

Acho que uma das coisas mais frustrantes para uma mãe é ver seu bebê chorar e não saber o motivo, não saber o que fazer para confortá-lo. É muito incômodo estar na presença de um bebê chorando e as tentativas frustradas de acalmá-lo podem nos levar ao desespero (especialmente, quando se é mãe de primeira viagem!), mas qual outra forma de comunicação o coitadinho tem?
Luísa, 10 meses - Dor de ouvido
E olha que nem são tantas alternativas para o jogo de tentativa-e-erro para descobrir o que o bebê precisa. No livro "Os segredos de uma encantadora de bebês", há uma tabelinha mostrando o que pode significar o choro de um bebê saudável, conforme coloquei neste post do ano passado.

Quando o bebê está doente, então, fica ainda mais difícil entender o que pode estar ocorrendo. O que será que dói? Será um dentinho nascendo? Dor de ouvido? Garganta? Como gostaríamos que o bebê pudesse nos dizer exatamente o que sente, não!?

As especialistas em desenvolvimento infantil Linda Acredolo e Susan Goodwyn trouxeram a ideia de se utilizar SINAIS para a comunicação com os bebês. Segundo elas, os bebês são capazes de entender as coisas muito antes de desenvolver completamente a fala, que exige o desenvolvimento de habilidades complexas.

Foi a minha irmã Lucy que trouxe o assunto para a família, quando leu o livro "Sinais, a linguagem do bebê", escrito por estas especialistas americanas e publicado em 1996 nos EUA. A Lucy ensinou os sinais infantis para a sua filha, Gabi, muito esperta desde bebezinha. A gente se divertia vendo a Gabi repetir os sinais, especialmente imitando os bichinhos!

Fofuras à parte, os sinais podem ajudar em muito a comunicação entre pais e filhos. Após duas décadas de pesquisas (desde 1982), estas especialistas constataram que bebês cujos pais ensinam os Sinais Infantis aprendem a falar mais cedo, são menos mal-humorados (reduz a frustração de não ser compreendido), saem na frente no desenvolvimento intelectual, expressam melhor suas emoções e desenvolvem vínculos mais sólidos com os pais.

Segundo as especialistas, todos os bebês têm potencial para aprender Sinais Infantis, que são simples e fáceis de lembrar. Basta ver que todos os bebês aprendem a dar tchau, mandar beijo, sinalizar "sim" e "não" com a cabeça e repetir os gestos das musiquinhas infantis. Além disso, qual bebê não usa o sinal característico de colocar os braços para o ar, pedindo colo?

O problema é que, normalmente, os adultos (por possuírem o recurso da fala) se limitam a utilizar e a prestar atenção somente aos sinais que permanecem em nosso dia-a-dia, perdendo uma grande oportunidade de antecipar e melhorar a comunicação com seus filhos.

Uma das razões que a sinalização funciona tão bem com os bebês é porque eles tendem a ser aprendizes visuais. Eles são capazes de aprender e reter mais informações quando as vêem, em oposição à mera audição delas. Com linguagem gestual, eles são realmente expostos a três modos de aprendizagem: visual (eles vêem o sinal sendo feito pelos pais), auditivo (eles ouvem o sinal sendo interpretado pelos pais - parte da técnica é fazer o sinal e falar ao mesmo tempo com o bebê) e cinestésico (eles sentem o sinal sendo feito por eles mesmos).

Estamos cansados de ouvir que "o corpo fala", mas a gente não tem muito o costume de ouvi-lo, não é mesmo? Bom... os bebês e as crianças, em geral, são muito mais eficientes nesta habilidade. Observadores atentos, eles conseguem captar o nosso estado de espírito, podem perceber se estamos zangados ou chateados, mesmo que a gente negue o fato verbalmente. É por isso que se diz que o exemplo é tão mais importante que o discurso...

Eu li o livro durante a minha primeira licença maternidade (2011) e comecei a treinar os sinais com a Luisinha a partir dos 6 meses, que é a idade mínima recomendada. O primeiro sinal que ela começou a utilizar foi o de mamar (fechava e abria bem a mãozinha). Depois ela começou a fazer o de cachorrinho (imitando a respiração ofegante de nossos cachorrinhos). Também nos avisava quando estava com calor (soprinhos curtos), se estava com fome (batendo a mãozinha aberta na boca), se queria água (batendo a mãozinha fechada na boca, como um copo), se queria mais (juntando os dedinhos com o polegar), se não queria mais (mão aberta na boca), se a  fralda a incomodava (batia com a mãozinha na lateral da cintura)... tinha sinal para o banho (passava a mãozinha pelo peito, como quando a gente se ensaboa)... além de dar tchau, mandar beijo, chamar e repetir os gestos de várias musiquinhas, como o pintinho amarelinho, a borboletinha, macaquinho, etc.

Luísa, 11 meses - Pintinho amarelinho
Quem esteve com a Luísa entre os 7 meses e pouco mais de 1 aninho, teve a oportunidade de vê-la usando os sinais infantis para se comunicar comigo. Eu tentei fazer um apanhado de vídeos com ela sinalizando, mas não ficou muito bom (porque tive que aproveitar edições anteriores e porque eu não conseguia registrar as situações reais e úteis dos sinais, rs!).

Hoje ela ainda usa alguns dos sinais, em conjunto com a fala, que já é super bem desenvolvida, apesar da pouca idade.

O livro traz algumas sugestões de sinais a serem utilizados, mas os pais e o bebê podem inventar os seus próprios sinais também. A Luísa inventou seu sinal para leite na mamadeira, que era diferente do seu sinal de mamar (no peito): ela cerrava o punho e o levava para cima e para baixo, da mesma forma que a gente fazia para misturar o leite em pó na mamadeira... uma graça!


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Beijo, Beijinho, Beijão...


Estou isolando este vídeo, um dos exibidos no aniversário da Luísa e da Gabi, em outro post. 

Muitas pessoas colaboraram para ele:
A ideia foi da minha irmã Lucy.
A música (que ficou em minha cabeça por muuuuitos dias) foi escolhida pela minha sobrinha Gabi e é tema da nova versão da novela Carrossel, que também assistimos em nossa infância.
As fotos e vídeos giram em torno das nossas princesas Luísa e Gabi.
Eu editei o vídeo.
Os fotógrafos são muitos... e também muitas pessoas participaram das cenas de tantos beijos, beijinhos e beijões....
O resultado final ficou uma gracinha, não?



domingo, 25 de novembro de 2012

Comemoração do aniversário da Luísa e da Gabi - Vídeos

Hoje comemoramos o segundo aniversário da nossa Luísa, junto com a priminha Gabi (5 anos).
O tema da festa foi novamente Princesas e a escolhida este ano foi a Bela (de A Bela e a Fera).
As duas princesas e seus amiguinhos curtiram muito a festa!
E, seguindo a tradição iniciada em 2008 pelo meu cunhado Zé (pai da Gabi), trabalhamos por muitas horas na produção das Retrospectivas e Clipes que passamos antes de cantar o parabéns para as princesinhas.
Confiram os vídeos neste post... ainda está faltando o "trailer" que o meu cunhado montou, para abrir a sequência...

Estes são os vídeos que eu montei:


E aqui estão os montados pelo meu cunhado:

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Disconnect to connect...

Li recentemente o livro "Como realmente amar seu filho", do americano Ross Campbell, e gostei muito. Este livro já superou a marca de 1 milhão de cópias vendidas em vários países, em mais de 15 idiomas.
O Dr. Ross Campbell, em seus mais de 30 anos de clínica psiquiátrica e aconselhamento familiar, ajudou muitas famílias a enfrentar vários tipos de conflito, identificando que a maioria dos problemas gira em torno dos mesmos dramas fundamentais - pais que não se comunicam com os filhos, filhos que não respeitam os pais, lares instáveis ou relacionamentos esfacelados.

Estou reproduzindo abaixo a sinopse do livro, que recomendo muito aos pais e mães de filhos que ainda não atingiram a adolescência:

Que pai ou mãe, ao ser questionado se ama o filho, pronunciaria um sonoro “não”? Necessidade básica de qualquer ser humano, o sentimento de amar e ser amado manifesta-se ainda mais fortemente na criança. Em muitas situações, o que de fato ela deseja saber é se você a ama. Sua atitude quando seu filho está triste, indiferente, revoltado ou agindo de forma estranha é extremamente importante.
O comportamento da criança ou do jovem sinaliza, em geral de forma inequívoca, o que se lhe passa na mente e no coração, e o dever dos pais — seu instinto mesmo — é reagir prontamente. Nada mais justo e natural.
No entanto, há outra prioridade que muitos pais esquecem ou negligenciam: além da sensibilidade para captar os conflitos de seu filho, é preciso desenvolver a capacidade de antecipar-se a eles.
Em Como realmente amar seu filho [publicado anteriormente como Filhos felizes], que já superou a marca de um milhão de cópias vendidas em vários países, dr. Ross Campbell oferece um guia sobre esse tema tão controvertido. Ele orienta pais e mães na tarefa de cultivar um relacionamento familiar saudável a fim de que possam antever, compreender e atender as necessidades dos filhos. O ambiente, o contato visual e físico, a atenção concentrada, a disciplina, a orientação espiritual e outros aspectos dessa relação tão complexa quanto gratificante são abordados com maestria por um dos conselheiros familiares cristãos mais respeitados da atualidade.

O Capítulo 6 do livro trata sobre a necessidade da criança de receber "atenção concentrada", que nada mais é que a dedicação exclusiva dos pais ao seu filho. Nas palavras do autor: atenção completa, não dividida, de maneira que a criança sinta, com toda a certeza, que é completamente amada, que ela é suficientemente valiosa, por si mesma, para receber o cuidado, a apreciação e o afeto dos pais. A criança deve sentir-se única entre todas, saber que é especial.
Atender a esta necessidade requer tempo e exige que os pais ponham de lado algo que talvez preferissem fazer. Às vezes, a criança necessita desesperadamente da atenção concentrada exatamente quando os pais têm menos disposição para oferecê-la.
Segundo o autor, a atenção concentrada é vital para o desenvolvimento da auto-estima infantil, afetando profundamente a capacidade da criança de se relacionar e amar os outros. Quando a criança está sozinha com sua mãe ou pai, pensa "eu a tenho (o tenho) só para mim", "neste momento, sou a pessoa mais importante no mundo inteiro para a minha mãe (meu pai)". Este é o objetivo da atenção concentrada - capacitar a criança a sentir-se desta forma. Sem a atenção concentrada, a criança experimenta ansiedade por sentir que tudo é mais importante do que ela, ficando, consequentemente, menos segura e muito prejudicada em seu crescimento emocional e psicológico.

Esta é uma das necessidades mais exigentes da criança, pois como pais temos extrema dificuldade em reconhecê-la e muito mais em satisfazê-la. As outras coisas que fazemos pela criança parecem ser suficientes - sorvete, chocolate, presentes e concessão de pedidos incomuns talvez passem a impressão de substituir a atenção concentrada.
O autor fala sobre a questão do tempo, como separar estes momentos das 24 horas do dia, dos sete dias da semana... que parecem nunca ser suficientes para cumprirmos todas as nossas obrigações e fazer tudo o que gostaríamos. Precisamos assumir este fato, para não supor ingenuamente que podemos dar conta de tudo e, ao assumir esta hipótese, passarmos a ser controlados pela pressão da urgência e sermos dominados pela frustração (pois os assuntos urgentes não são necessariamente os mais importantes).
Eu senti muito isso depois que a Luísa nasceu e, especialmente, quando voltei ao trabalho após a licença maternidade. Não conseguia fazer tudo o que costumava e ainda me dedicar à Luísa como queria. Entrei em depressão por conta disso e precisei realizar uma série de mudanças em minha vida para aceitar a nova situação, para abrir mão de algumas coisas e não deixar de lado o que realmente importava para mim! Este ainda é um processo diário de adaptações e decisões...

No mundo moderno, temos a tecnologia ao nosso alcance, mas nem sempre a utilizamos a nosso favor e daqueles que amamos. Podemos nos conectar remotamente à empresa e trabalhar de casa, ficando ao lado de um filho que está com conjuntivite e não pode ir à escola... mas também pode ser que fiquemos tentados a nos debruçar madrugada afora sobre um problema do trabalho que poderia esperar pelo dia seguinte. Podemos nos comunicar com amigos e familiares através das redes sociais... mas também pode ser que fiquemos tão conectados com o mundo de fora que passamos a ignorar aqueles que estão ao nosso lado. É cada vez mais comum ver várias pessoas em um mesmo ambiente, mas sem trocar uma só palavra!

Este vídeo institucional lindo, feito pela empresa de comunicação DTAC, mostra bem essa realidade e levanta uma questão: até que ponto a evolução tecnológica é boa para o ser humano? Assistam ao vídeo e reflitam...


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Memória...

Cris, aniversário de 2 anos
Os japoneses têm a fama de serem fanáticos por fotografia, mas lá em casa a minha mãe é que sempre estava com a câmera na mão, tirando o máximo daqueles filmes de 12, 24 ou 36 fotos que duravam alguns meses e registravam as ocasiões especiais, exigindo muita produção e cuidado para não estragar as fotos, que só podiam ser conferidas após a revelação.
Minha mãe teve o cuidado de montar álbuns para cada uma das 4 filhas, separando fotos representativas para a história de cada uma de nós.

O meu sobrinho Matheus, hoje com 11 anos, já nasceu na era da fotografia digital... mas os cartões de memória ainda tinham pouco espaço, então a maior vantagem era conseguir conferir na hora se a foto tinha ficado boa, havendo uma possibilidade imediata de realizar nova tentativa. Ainda assim, o número de fotos e vídeos que registraram sua história é infinitamente maior que o que registrou a da geração anterior.

Depois da fotografia digital, houve uma certa banalização da fotografia também... O número de imagens é grande, registramos de tudo... e, com isso, temos que lidar com outras questões: precisamos realizar o download das fotos dos dispositivos em que foram registradas, é necessário organizar os arquivos (para não se perder no meio de tantas fotos), temos que arranjar espaço em disco para guardar tantos dados, selecionar algumas fotos para imprimir, montar fotolivros ou clipes, compartilhar em redes sociais, álbuns virtuais, etc. e... realizar backups.

Comprei a minha primeira máquina fotográfica digital, uma Canon, em 2004. Na realidade, eu a comprei para dar de presente para o Luis, mas ela estava sempre nas minhas mãos! Fiquei com ela até 2009, quando viajamos para os EUA pela primeira vez e a substituímos por uma Canon mais nova (que utilizo até hoje!)

Registrei muuuuuitos momentos especiais e sempre organizei muito bem os meus arquivos (inclusive de fotos digitalizadas). Fiz alguns fotolivros, montei clipes com as fotos, mandei algumas para "revelar", usei muitas delas para ilustrar os meus posts e realizei backups do notebook em CD's, DVD's e, mais recentemente, em 2 HD's externos. Adoro rever fotos e vídeos antigos, relembrar momentos especiais, fazer montagens e recortes.
As fotos e vídeos a partir de 2010, especialmente, depois que a Luísa nasceu, estavam salvas em meu notebook pessoal e nestes 2 HDs (um de 400Gb da Western Digital, MyPassport e outro de 640Gb da LG). Para mim, o mais importante sempre foi garantir que registrava os momentos (minha máquina e a filmadora sempre ficam por perto) e que os arquivos estavam bem guardados, para quando houvesse um tempo para organizar tudo, gerar os fotolivros, fazer as retrospectivas e clipes (...) ou somente para relembrar os momentos.

A primeira fatalidade ocorreu com o notebook: estava na bancada do escritório, próximo à janela aberta e acabou molhando com uma chuva inesperada. Tivemos que mandar para a Assistência Técnica e acabamos perdendo tudo o que estava salvo nele. Zero problemas, em princípio... eu tinha um backup recente de tudo em 2 HDs externos, além dos meus principais arquivos (exceto fotos e vídeos) no Google Drive.
Na correria dos últimos meses, acabei não copiando o conteúdo dos HD's para o notebook novamente, depois que ele voltou do conserto. Também fazia um tempo que não realizava download das fotos e vídeos da câmera e da filmadora. Fui fazer isso alguns dias antes da Ísis nascer, para liberar espaço nos cartões de memória e... surpresa! Os HDs externos (sim, OS DOIS!) não foram reconhecidos pelo notebook. Achei que pudesse ser algum problema remanescente, por conta do "banho" que o computador levou, mas testei no notebook da empresa e nada! O Luis levou para testar em outra versão do Windows, sem sucesso. Meu cunhado trouxe os seus computadores e testamos no Linux e no Mac... nada, nada! Simplesmente, MORRERAM...

Postei um pedido de socorro no Facebook... Vieram algumas ideias, mas ainda não consegui recuperar as informações. Tinha outros arquivos, trabalhos, apresentações, planilhas, apostilas, relatórios, músicas, audiobooks, etc... mas o que está me atormentando é pensar que PERDI todas as minhas FOTOS e VÍDEOS! Ainda não quero acreditar... e não desisti de procurar alguma empresa confiável que me ajude a recuperar os dados dos HDs... mas a Retrospectiva de 2 anos da Luísa já está comprometida. O aniversário está chegando e não haverá tempo para tentar resolver o problema até lá... Que triste!

O que ameniza um pouco é ter muitas coisas aqui no Blog, ter algumas fotos na Web e alguns vídeos e clipes de fotos (mesmo que em baixa resolução) no Youtube, além de ter sido providencial não ter realizado o download dos arquivos da máquina fotográfica e filmadora desde Julho.

Eu sei que os momentos especiais NUNCA sairão da minha memória... mas é tão bom poder manter as recordações, não é? Estou arrependida por não ter concluído antes o Fotolivro de 1 ano da Luísa e dos 10 anos de meu relacionamento com o Luis... estavam começados, mas inacabados, salvos nos mesmos HDs... Buááá!

Agora eu estou à caça de fragmentos: meu computador antigo (que dei para a minha Tia Dirce e não havia formatado totalmente), os CD's e DVD's que tinham os primeiros backups, pendrives, cartões de memória, fotos reveladas (para tirar "foto da foto"), fotos compartilhadas por e-mail, em redes sociais ou copiadas por minhas irmãs... vamos ver no que dá!

SAIBA MAIS:
* Qual a melhor mídia para backup de seus arquivos - Olhar Digital.
* Serviços gratuitos de hospedagem na nuvem - Olhar Digital.

sábado, 10 de março de 2012

Mamãe vai me dar um irmãozinho... Que bom!

Musiquinha para a Luísa, rs...



IRMÃOZINHO (Palavra Cantada)

"Mamãe vai me dar um irmãozinho
Estou contente... Que bom...

Meu pai diz que é ruim ficar sozinho
E tudo que é meu será dos dois
Até a mamãe e o papai... de nós dois!

Mamãe vai me dar um irmãozinho
Estou contente... Que bom

O nosso apartamento é pequeno
E o meu quarto é pequenininho
Então papai e mamãe me disseram
Dá-se um jeito...
Que vale? O que importa?
Que o filho já tá quase batendo na porta!

Vai pegar meus brinquedos!

Mamãe vai me dar um irmãozinho
Estou contente... Que bom

Até que é bom ficar sozinho
Não sei porque o papai diz que é ruim
O que é ruim pra ele, é bom pra mim

Perguntei se pelo menos ele vai saber que eu sou sua irmã
Responderam que não... vou ter que esperar..."

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Retrospectiva de 1 ano da Luísa

Esta é a versão que apresentamos na festa de aniversário, em 27/11... deu um trabalhão para fazer, gastei muitas horas, mas gostei do resultado final (só ficou meio longa!)...

É muito legal ver quantas coisas aconteceram em somente 1 ano de vida da pequena, quanto nossa vida mudou, quanto todos nós aprendemos juntos... =)


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Era uma vez duas princesas...


Esta é a história das duas princesas mais lindas!

A narração é da Gabi, minha sobrinha querida, que está completando 4 aninhos hoje... =)

Parabéns, Gabi!!! E obrigada por ser sempre tão carinhosa com a Luisinha... Beijos! Te amo!


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Garota Propaganda do Itaú

As minhas irmãs Lucy e Lilian trabalham no Itaú...
A gente brinca, em família, que a Lu é a rainha dos concursos, promoções, etc... especialmente, os culturais. Ela está sempre ganhando ingressos para shows, teatro, etc.
A Lu me avisou que o Itaú estava com um concurso interativo, associado a uma linda propaganda de Seguros que está passando atualmente na televisão (as imagens remontam a um pai fazendo um vídeo de vários momentos de sua filha - vejam o vídeo abaixo). Eu sempre me emociono quando a vejo, especialmente na parte que diz: "você não pode impedir que ela fique sem seu colo um dia(...)".

A Lu criou alguns vídeos para a minha linda sobrinha Gabi e eu também criei um para a Luisinha...
A propaganda original já é linda... Mas, mãe coruja, não pode deixar de achar que a minha ficou ainda mais, rs! Vejam só como ficou a nossa montagem!

É... o Itaú é esperto: está ganhando milhares de propagandas gratuitas web afora!
Quem sabe as nossas meninas não aparecem na televisão no dia 15/11, em horário nobre?  =)

“Você não pode garantir que as pessoas mais importantes de sua vida estejam com você em todos os instantes, mas pode registrar esses momentos e lembrar deles sempre que quiser.”



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Incentivo à Leitura

Luísa, 5 meses
Chegou a coleção de livros do Itaú que eu pedi para a Luísa... São 3 livros: "A Festa no céu" (Angela Lago), "Chapeuzinho Vermelho" (Chico Buarque) e "Adivinha quanto eu te amo" (Sam Mc Bratney). Adorei!

A Luísa adora livrinhos, desde bem novinha.
Eu acho muito importante despertar, desde cedo, o gosto pela leitura.

"A Coleção Itaú de Livros Infantis foi criada pela Fundação Itaú Social para ajudar a despertar desde cedo o prazer pela leitura. Ela foi feita para você que também acredita que a educação é o melhor caminho para a transformação do Brasil. Peça a sua coleção gratuitamente."



sábado, 15 de outubro de 2011

Rock'n Roll Lullaby


O Pato Fu lançou esta semana o clipe da música "Rock'n Roll Lullaby".

A Luísa é uma das estrelinhas do vídeo!
Ela aparece aos 52 segundos (primeiro bebê dentro do berço, da esquerda para a direita), depois dentro da nave aos 1:05 e nos créditos finais 5:26... Está difícil de achar, mas a Alice me ajudou, rs!
Pra facilitar, estou colocando aqui a foto dela que foi aprovada e os screen shots de quando ela aparece.

Confiram o vídeo, que ficou bem legal!





Rock And Roll Lullaby (B. J. Thomas)
She was just sixteen and all alone

When I came to be
So we grew up together
My mama child and me

Now things were bad and she was scared

But whenever I would cry
She'd calm my fears and dry my tears
With a rock and roll lullaby
And she would sing sha na na na na na na na ...

It will be all right sha na na na na na....
Sha na na na na na na na ...
Now just hold on tight
Sing it to me mama (mama mama ma)

Sing it sweet and clear, oh!
Mama let me hear that old rock and roll lullaby


Now we made it through the lonely days

But Lord the nights were long
And we'd dream of better moments
When mama sang her song

Now I can't recall the words at all

It don't make sense to try
'Cause I just knew lots of love came thru
In that rock and roll lullaby

And she'd sing sha na na na na na na na

It will be all right
Sha na na na na na na na
Now just hold on tigh

 I can hear you mama, mama, mama, mama

nothing loose my soul
like the sound of the good old rock and roll lullaby

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Feliz Dia das Crianças!!!



É Bom Ser Criança (Toquinho)

É bom ser criança,
Ter de todos atenção.
Da mamãe carinho,
Do papai a proteção.

É tão bom se divertir
E não ter que trabalhar.
Só comer, crescer, dormir, brincar.

É bom ser criança,
Isso às vezes nos convém.
Nós temos direitos
Que gente grande não tem.

Só brincar, brincar, brincar,
Sem pensar no boletim.
Bem que isso podia nunca mais ter fim.

É bom ser criança
E não ter que se preocupar
Com a conta no banco
Nem com filhos pra criar.

É tão bom não ter que ter
Prestações pra se pagar.
Só comer, crescer, dormir, brincar.

É bom ser criança,
Ter amigos de montão.
Fazer cross saltando,
Tirando as rodas do chão.

Soltar pipas lá no céu,
Deslizar sobre patins.
Bem que isso podia nunca mais ter fim...

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