Boas-vindas e Contadores

Este Blog já está em sua terceira versão! Aqui eu me sinto à vontade para ser eu mesma e escrever sobre qualquer coisa que povoe a minha mente. É onde eu desabafo, reflito, compartilho experiências e descobertas, mantenho registro de momentos felizes e de desafios superados, guardo um arsenal de boas memórias, pensamentos e reflexões para me ajudarem nos dias difíceis... Sejam bem-vindos e não pisem na grama, rs... Ah! Se quiser trocar ideias e compartilhar experiências, visite a Página no Facebook, que é uma extensão deste Blog (e acho que os recursos são melhores para todo mundo acompanhar e palpitar)!
Mostrando postagens com marcador Enjôos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Enjôos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Enjôos... até que o parto nos separe!

Desde antes de eu descobrir a minha gravidez, comecei a sentir os tais enjôos que sempre deram graça às cenas de filmes e novelas, quando as mulheres descobriam sua condição.
Bom, a única coisa é que sempre mostravam isso na cena da suspeita/descoberta, quando a mulher acordava e, depois, só restavam a alegria, as reações com a notícia e os preparativos...

Há quem diga que o enjôo é sinal de que a gravidez vai bem e que mulher que enjôa não aborta... Também há quem diga que é psicológico... que significa rejeição ao bebê... Outros acham que é por conta de falta de vitaminas ou alimentação pesada...
Pesquisas mostram que cerca de 60%-80% das mulheres sofrem de enjôos durante o primeiro trimestre da gravidez, umas mais intensamente que as outras. Em quase todas, este enjôo desaparece até a 16a. semana de gestação.

Como eu disse, os meus enjôos começaram cedo e foram muito intensos e frequentes a partir da 6a. semana da gravidez... e não eram somente matinais. Comecei a perder peso, por devolver grande parte dos alimentos ingeridos, e minha médica teve que me receitar Dramin com vitamina B6 de 8h em 8h, além das recomendações de realizar pequenas refeições de 2h em 2h.

A notícia boa é que, por mais desconfortável que os enjôos sejam para a mãe, para o bebê está tudo bem... a única coisa que pode prejudicá-lo também é a escassez de alimentos e líquidos, por isso é que se deve evitar a perda de peso e a desidratação.

Quando descobri a gravidez, comecei a caprichar mais nas refeições, tentando deixá-las mais saudáveis e naturais, mas acabei descobrindo que precisava reforçar bem as minhas refeições noturnas, pois ficamos muito tempo sem nos alimentar durante a noite. E comecei a deixar um pacotinho de bolacha de água e sal ao lado da cama, para comer uma ou duas antes de me levantar... mas, ainda assim, é muito raro o dia em que não passo mal de manhã, durante o banho.

O que causa o enjôo é o hormônio hCG (gonadotrofina coriônica humana), que começa a ser produzido quando o óvulo é fecundado, sendo jogado na corrente sanguínea. É esse hormônio que acusa a gravidez nos testes de sangue e nos de farmácia (urina) realizados para se descobrir a gravidez. A função dele é relatar ao corpo da mulher que tem um bebê em formação (para que ele não o interprete como um corpo estranho, que deveria ser expelido) e que os hormônios progesterona e estrogênio devem ser produzidos em maior quantidade (para proteção da gravidez, mas estes hormônios têm um efeito depressivo, deixando a mulher mais sonolenta, cansada e desanimada).

Há oscilações na produção destes hormônios pelo corpo da mulher durante todo o dia e toda a gestação. O hCG cai bastante após a 16a. semana da gravidez (daí o desaparecimento dos enjôos na maioria das gestantes) e todos os hormônios voltam à sua taxa de normalidade bruscamente quando a bolsa se rompe.
Coloquei um gráfico aqui, mostrando esta evolução...

Bom, como estou fechando a 20a. semana, continuo com as minhas doses de Dramin e até agora os enjôos ainda são companhia diária, estou achando que eles vão mesmo me acompanhar até o final da gestação. Pelo menos, em troca, ganharei a Luísa em meu colo!

domingo, 4 de julho de 2010

As neuras....

Em um momento, eu era a pessoa mais feliz do mundo, ao ver aquele teste de gravidez com os 2 tracinhos e, no instante seguinte, eu já era a pessoa mais preocupada do mundo... veio o peso da responsabilidade, aquela sensação de que “agora não tem volta”... um medinho de falhar, de perder, de não saber me tratar tendo dentro de mim algo tão precioso... remorso por estar me sentindo mal (enjôos, cansaço, etc.), sendo que deveria só estar feliz pela bênção de acolher em meu ventre um filho do meu amor... terror por saber que tinha tomado antibiótico já grávida, sem saber... uma sensação de fragilidade... a vontade de poder ver lá dentro para garantir que o pequenino está crescendo saudável e se desenvolvendo... que estou conseguindo dar a ele todos os nutrientes e vitaminas necessárias para sua formação... a ansiedade pelo que ele vai se tornar... se será menino ou menina, se saberemos educá-lo, se seremos bons pais...

... mas, de uma coisa estou certa: ele foi gerado com muito amor! E crescerá em um ambiente repleto de carinho... então, acho que não tem erro, né?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...