Boas-vindas e Contadores

Este Blog já está em sua terceira versão! Aqui eu me sinto à vontade para ser eu mesma e escrever sobre qualquer coisa que povoe a minha mente. É onde eu desabafo, reflito, compartilho experiências e descobertas, mantenho registro de momentos felizes e de desafios superados, guardo um arsenal de boas memórias, pensamentos e reflexões para me ajudarem nos dias difíceis... Sejam bem-vindos e não pisem na grama, rs... Ah! Se quiser trocar ideias e compartilhar experiências, visite a Página no Facebook, que é uma extensão deste Blog (e acho que os recursos são melhores para todo mundo acompanhar e palpitar)!
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A Escola dos Deuses

Eu comprei o livro "A Escola dos Deuses" de Elio D'Anna em 2012, por indicação de uma amiga. Ele estava guardadinho em meu escritório, esperando na fila, ao lado de muitos outros livros pelos quais eu me interesso e vou comprando...
Em Maio/2015, em preparação para fazer a tão sonhada viagem para a França, aproveitei um dos poucos dias de férias antes de viajar para ganhar uma massagem ayurvédica do querido Pedro (Via Vidya) e vi este mesmo livro em sua estante. Intrigada por encontrar um livro sobre Economia ali, procurei pelo meu exemplar e o coloquei em minha mala para, quem sabe, ler durante a viagem.

Quando estávamos retornando de Nice para Paris, no TGV, eu peguei o livro para ler e não pude mais largá-lo... Fiquei encantada com as ideias apresentadas no livro. De maneira um pouco mística e totalmente diferente do que já havia tido contato na vida, as ideias encontraram eco dentro de mim e vieram ao encontro dos meus questionamentos com relação à educação.

Depois de estudar Processamento de Dados, Matemática, Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Gerenciamento de Projetos e de Processos, estou fazendo uma Pós-Graduação em Psicologia Social e alimentando sonhos de estudar na ESE - European School of Economics!

Segundo o autor, o que separa um sonho de sua realização é somente o tempo! Então, bora sonhar...

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Mon cahier de sérénité

Às vésperas de nossa grande viagem, fazia parte da minha lista de afazeres comprar um livro de colorir para adultos, algo que eu estava querendo há um tempo e que eu imaginava que poderia me entreter no avião durante as 11 longas horas de vôo... mas acabei não conseguindo comprar, nem mesmo no Aeroporto de Cumbica (estava em falta!).


Eu havia levado comigo um kit com 24 canetas chinesas de tinta em gel, cheias de glitter, cores fluorescentes e vibrantes, recém-comprado na Rua 25 de Março! Um kit que faria a Cris do Ensino Fundamental muito feliz em suas aulas de Educação Artística e que eu estava louca para estrear... 

Em um de nossos passeios na Champs-Elysées, comprei o "Mon cahier de sérénité" (Coloriages pour adultes).
Havia tantas opções na FNAC que foi muito difícil escolher - eu tive que segurar o meu impulso consumista e indeciso para não sair da loja com uns 5 livros diferentes (claro que o Luis me ajudou nesta missão repressora!)...

Inicialmente, pensei que seria interessante comprar um livro com gravuras inspiradas na França, para ser uma lembrança da viagem, mas achei aquelas imagens de roupas e acessórios meio sem graça (ex.: Paris Secret).
O livro que eu escolhi tem o tamanho de um livro comum e possui páginas densas, que não deixam nem tinta de canetinha borrar. Os traçados são em preto e em cinza, com diversas larguras de linha. Mas o melhor deste livro é a seleção de imagens, com flores, borboletas, pássaros, arabescos, mosaicos e outras figuras cheias de detalhes... Estou compartilhando aqui o resultado das minhas primeiras arte-terapias: colori duas gravuras durante a viagem e uma ontem em casa, com a Luísa e com a Ísis... Usamos até sombra de olhos para dar um visual diferente à minha "arte"! Vale tudo!




quinta-feira, 30 de abril de 2015

Leitura na infância

Vocês se recordam daquela prateleira de livros que eu compartilhei aqui no Blog? Ela agora está na parede do novo quarto das minhas meninas. 

Assim como eu, a Luísa e a Ísis adoram livros!

Através dos registros escritos descobrimos e aprendemos culturas, histórias e hábitos diferentes, compreendemos a realidade, o sentido real das ideias, vivências e sonhos.

O hábito de ler é muito importante. Segundo estudiosos, há três objetivos distintos (todos igualmente importantes, a meu ver): ler por prazer, ler para estudar, ler para informar-se.  

Através da leitura realizada com prazer, é possível desenvolver a imaginação, embrenhando no mundo da imaginação, desenvolvendo a escuta lenta, enriquecendo o vocabulário e aprendendo linguagens diferenciadas.
A leitura voltada para o estudo é a mais cobrada pelos professores desde o início do ensino fundamental, apesar de muitos não estarem preparados para desenvolver em seus alunos tal hábito.
A leitura dinâmica e descontraída é uma das melhores formas de adquirir informações. O ideal é que se aprenda a ler textos informativos, artigos científicos, livros didáticos, paradidáticos, notícias e outras formas de publicação.

Ísis, 2 anos, com uma montanha de livros!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

A mágica da gotinha... Gabi Kussuki

A minha sobrinha Gabriela, que acabou de completar 7 anos, escreveu e ilustrou o seu primeiro livro: "A mágica da gotinha". Ela o idealizou como uma forma de ajudar outras crianças.
Até o dia 20/12, o que for arrecadado com a venda do livrinho será doado para a campanha "Natal sem fome" (Núcleo Assistencial Anita Briza).
Estou muito orgulhosa de minha sobrinha... linda por dentro e por fora!

Acessem a Fan Page que criamos no Facebook para divulgação: https://www.facebook.com/magicadagotinha

Você pode realizar o download do livro através do link http://bit.ly/1A9MRFs e realizar o depósito de sua contribuição diretamente na conta da mamãe Luciane, identificando como "Livro" - Bco Itaú / Agência 4057 / Conta 49957-8 ou entregando pessoalmente a um dos membros da família).

O livro também está disponível para download pelo iBooks Store (para Macs e iPads) por USD 1,99!
Clique ou copie/cole este link em seu navegador (https://itunes.apple.com/us/book/a-magica-da-gotinha/id947240735?ls=1&mt=11)

Assistam ao vídeo abaixo, no qual a própria Gabi fala sobre seu projeto:


Agradecemos a todos pelas curtidas, compartilhamentos e encomendas.
A minha irmã Lucy, mãe da Gabi, imprimiu os livrinhos em casa e montou-os artesanalmente, para incentivar a Gabi em sua primeira Campanha. Consultamos algumas empresas e foi muito difícil conseguir produzir os livrinhos por um valor menor que aquele que estávamos sugerindo pela versão impressa (R$8,00).
Desta forma, pedimos que deem preferência às versões digitais, que podem ser baixadas em seu dispositivo móvel ou computador. Afinal, o mais importante é o movimento para arrecadação e doação. 
Prometemos nos organizar melhor para as próximas Campanhas... E aceitamos sugestões!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Sinais, a linguagem do bebê

Acho que uma das coisas mais frustrantes para uma mãe é ver seu bebê chorar e não saber o motivo, não saber o que fazer para confortá-lo. É muito incômodo estar na presença de um bebê chorando e as tentativas frustradas de acalmá-lo podem nos levar ao desespero (especialmente, quando se é mãe de primeira viagem!), mas qual outra forma de comunicação o coitadinho tem?
Luísa, 10 meses - Dor de ouvido
E olha que nem são tantas alternativas para o jogo de tentativa-e-erro para descobrir o que o bebê precisa. No livro "Os segredos de uma encantadora de bebês", há uma tabelinha mostrando o que pode significar o choro de um bebê saudável, conforme coloquei neste post do ano passado.

Quando o bebê está doente, então, fica ainda mais difícil entender o que pode estar ocorrendo. O que será que dói? Será um dentinho nascendo? Dor de ouvido? Garganta? Como gostaríamos que o bebê pudesse nos dizer exatamente o que sente, não!?

As especialistas em desenvolvimento infantil Linda Acredolo e Susan Goodwyn trouxeram a ideia de se utilizar SINAIS para a comunicação com os bebês. Segundo elas, os bebês são capazes de entender as coisas muito antes de desenvolver completamente a fala, que exige o desenvolvimento de habilidades complexas.

Foi a minha irmã Lucy que trouxe o assunto para a família, quando leu o livro "Sinais, a linguagem do bebê", escrito por estas especialistas americanas e publicado em 1996 nos EUA. A Lucy ensinou os sinais infantis para a sua filha, Gabi, muito esperta desde bebezinha. A gente se divertia vendo a Gabi repetir os sinais, especialmente imitando os bichinhos!

Fofuras à parte, os sinais podem ajudar em muito a comunicação entre pais e filhos. Após duas décadas de pesquisas (desde 1982), estas especialistas constataram que bebês cujos pais ensinam os Sinais Infantis aprendem a falar mais cedo, são menos mal-humorados (reduz a frustração de não ser compreendido), saem na frente no desenvolvimento intelectual, expressam melhor suas emoções e desenvolvem vínculos mais sólidos com os pais.

Segundo as especialistas, todos os bebês têm potencial para aprender Sinais Infantis, que são simples e fáceis de lembrar. Basta ver que todos os bebês aprendem a dar tchau, mandar beijo, sinalizar "sim" e "não" com a cabeça e repetir os gestos das musiquinhas infantis. Além disso, qual bebê não usa o sinal característico de colocar os braços para o ar, pedindo colo?

O problema é que, normalmente, os adultos (por possuírem o recurso da fala) se limitam a utilizar e a prestar atenção somente aos sinais que permanecem em nosso dia-a-dia, perdendo uma grande oportunidade de antecipar e melhorar a comunicação com seus filhos.

Uma das razões que a sinalização funciona tão bem com os bebês é porque eles tendem a ser aprendizes visuais. Eles são capazes de aprender e reter mais informações quando as vêem, em oposição à mera audição delas. Com linguagem gestual, eles são realmente expostos a três modos de aprendizagem: visual (eles vêem o sinal sendo feito pelos pais), auditivo (eles ouvem o sinal sendo interpretado pelos pais - parte da técnica é fazer o sinal e falar ao mesmo tempo com o bebê) e cinestésico (eles sentem o sinal sendo feito por eles mesmos).

Estamos cansados de ouvir que "o corpo fala", mas a gente não tem muito o costume de ouvi-lo, não é mesmo? Bom... os bebês e as crianças, em geral, são muito mais eficientes nesta habilidade. Observadores atentos, eles conseguem captar o nosso estado de espírito, podem perceber se estamos zangados ou chateados, mesmo que a gente negue o fato verbalmente. É por isso que se diz que o exemplo é tão mais importante que o discurso...

Eu li o livro durante a minha primeira licença maternidade (2011) e comecei a treinar os sinais com a Luisinha a partir dos 6 meses, que é a idade mínima recomendada. O primeiro sinal que ela começou a utilizar foi o de mamar (fechava e abria bem a mãozinha). Depois ela começou a fazer o de cachorrinho (imitando a respiração ofegante de nossos cachorrinhos). Também nos avisava quando estava com calor (soprinhos curtos), se estava com fome (batendo a mãozinha aberta na boca), se queria água (batendo a mãozinha fechada na boca, como um copo), se queria mais (juntando os dedinhos com o polegar), se não queria mais (mão aberta na boca), se a  fralda a incomodava (batia com a mãozinha na lateral da cintura)... tinha sinal para o banho (passava a mãozinha pelo peito, como quando a gente se ensaboa)... além de dar tchau, mandar beijo, chamar e repetir os gestos de várias musiquinhas, como o pintinho amarelinho, a borboletinha, macaquinho, etc.

Luísa, 11 meses - Pintinho amarelinho
Quem esteve com a Luísa entre os 7 meses e pouco mais de 1 aninho, teve a oportunidade de vê-la usando os sinais infantis para se comunicar comigo. Eu tentei fazer um apanhado de vídeos com ela sinalizando, mas não ficou muito bom (porque tive que aproveitar edições anteriores e porque eu não conseguia registrar as situações reais e úteis dos sinais, rs!).

Hoje ela ainda usa alguns dos sinais, em conjunto com a fala, que já é super bem desenvolvida, apesar da pouca idade.

O livro traz algumas sugestões de sinais a serem utilizados, mas os pais e o bebê podem inventar os seus próprios sinais também. A Luísa inventou seu sinal para leite na mamadeira, que era diferente do seu sinal de mamar (no peito): ela cerrava o punho e o levava para cima e para baixo, da mesma forma que a gente fazia para misturar o leite em pó na mamadeira... uma graça!


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Disconnect to connect...

Li recentemente o livro "Como realmente amar seu filho", do americano Ross Campbell, e gostei muito. Este livro já superou a marca de 1 milhão de cópias vendidas em vários países, em mais de 15 idiomas.
O Dr. Ross Campbell, em seus mais de 30 anos de clínica psiquiátrica e aconselhamento familiar, ajudou muitas famílias a enfrentar vários tipos de conflito, identificando que a maioria dos problemas gira em torno dos mesmos dramas fundamentais - pais que não se comunicam com os filhos, filhos que não respeitam os pais, lares instáveis ou relacionamentos esfacelados.

Estou reproduzindo abaixo a sinopse do livro, que recomendo muito aos pais e mães de filhos que ainda não atingiram a adolescência:

Que pai ou mãe, ao ser questionado se ama o filho, pronunciaria um sonoro “não”? Necessidade básica de qualquer ser humano, o sentimento de amar e ser amado manifesta-se ainda mais fortemente na criança. Em muitas situações, o que de fato ela deseja saber é se você a ama. Sua atitude quando seu filho está triste, indiferente, revoltado ou agindo de forma estranha é extremamente importante.
O comportamento da criança ou do jovem sinaliza, em geral de forma inequívoca, o que se lhe passa na mente e no coração, e o dever dos pais — seu instinto mesmo — é reagir prontamente. Nada mais justo e natural.
No entanto, há outra prioridade que muitos pais esquecem ou negligenciam: além da sensibilidade para captar os conflitos de seu filho, é preciso desenvolver a capacidade de antecipar-se a eles.
Em Como realmente amar seu filho [publicado anteriormente como Filhos felizes], que já superou a marca de um milhão de cópias vendidas em vários países, dr. Ross Campbell oferece um guia sobre esse tema tão controvertido. Ele orienta pais e mães na tarefa de cultivar um relacionamento familiar saudável a fim de que possam antever, compreender e atender as necessidades dos filhos. O ambiente, o contato visual e físico, a atenção concentrada, a disciplina, a orientação espiritual e outros aspectos dessa relação tão complexa quanto gratificante são abordados com maestria por um dos conselheiros familiares cristãos mais respeitados da atualidade.

O Capítulo 6 do livro trata sobre a necessidade da criança de receber "atenção concentrada", que nada mais é que a dedicação exclusiva dos pais ao seu filho. Nas palavras do autor: atenção completa, não dividida, de maneira que a criança sinta, com toda a certeza, que é completamente amada, que ela é suficientemente valiosa, por si mesma, para receber o cuidado, a apreciação e o afeto dos pais. A criança deve sentir-se única entre todas, saber que é especial.
Atender a esta necessidade requer tempo e exige que os pais ponham de lado algo que talvez preferissem fazer. Às vezes, a criança necessita desesperadamente da atenção concentrada exatamente quando os pais têm menos disposição para oferecê-la.
Segundo o autor, a atenção concentrada é vital para o desenvolvimento da auto-estima infantil, afetando profundamente a capacidade da criança de se relacionar e amar os outros. Quando a criança está sozinha com sua mãe ou pai, pensa "eu a tenho (o tenho) só para mim", "neste momento, sou a pessoa mais importante no mundo inteiro para a minha mãe (meu pai)". Este é o objetivo da atenção concentrada - capacitar a criança a sentir-se desta forma. Sem a atenção concentrada, a criança experimenta ansiedade por sentir que tudo é mais importante do que ela, ficando, consequentemente, menos segura e muito prejudicada em seu crescimento emocional e psicológico.

Esta é uma das necessidades mais exigentes da criança, pois como pais temos extrema dificuldade em reconhecê-la e muito mais em satisfazê-la. As outras coisas que fazemos pela criança parecem ser suficientes - sorvete, chocolate, presentes e concessão de pedidos incomuns talvez passem a impressão de substituir a atenção concentrada.
O autor fala sobre a questão do tempo, como separar estes momentos das 24 horas do dia, dos sete dias da semana... que parecem nunca ser suficientes para cumprirmos todas as nossas obrigações e fazer tudo o que gostaríamos. Precisamos assumir este fato, para não supor ingenuamente que podemos dar conta de tudo e, ao assumir esta hipótese, passarmos a ser controlados pela pressão da urgência e sermos dominados pela frustração (pois os assuntos urgentes não são necessariamente os mais importantes).
Eu senti muito isso depois que a Luísa nasceu e, especialmente, quando voltei ao trabalho após a licença maternidade. Não conseguia fazer tudo o que costumava e ainda me dedicar à Luísa como queria. Entrei em depressão por conta disso e precisei realizar uma série de mudanças em minha vida para aceitar a nova situação, para abrir mão de algumas coisas e não deixar de lado o que realmente importava para mim! Este ainda é um processo diário de adaptações e decisões...

No mundo moderno, temos a tecnologia ao nosso alcance, mas nem sempre a utilizamos a nosso favor e daqueles que amamos. Podemos nos conectar remotamente à empresa e trabalhar de casa, ficando ao lado de um filho que está com conjuntivite e não pode ir à escola... mas também pode ser que fiquemos tentados a nos debruçar madrugada afora sobre um problema do trabalho que poderia esperar pelo dia seguinte. Podemos nos comunicar com amigos e familiares através das redes sociais... mas também pode ser que fiquemos tão conectados com o mundo de fora que passamos a ignorar aqueles que estão ao nosso lado. É cada vez mais comum ver várias pessoas em um mesmo ambiente, mas sem trocar uma só palavra!

Este vídeo institucional lindo, feito pela empresa de comunicação DTAC, mostra bem essa realidade e levanta uma questão: até que ponto a evolução tecnológica é boa para o ser humano? Assistam ao vídeo e reflitam...


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ao alcance das mãos (e da imaginação!)...

Já que acabei de escrever sobre o hábito da leitura, resolvi mostrar esta linda prateleira de livros que fiz para o quarto da Luísa (agora, quarto da Ísis), pois queria que os livros estivessem sempre ao alcance das mãozinhas delas, para incentivar o gosto pela leitura.
Encomendei a prateleira de livros no Atelier RA (Rúbia Assumpção), que encontrei navegando na Internet. Visitem o Site ou o Blog e vejam quantas coisinhas lindas!

Sempre gostei muito de ler, desde pequena. Esta não era uma característica só minha, mas de toda a família. Meu pai e minha mãe também liam bastante e a gente costumava ganhar muitos livros e gibis de presente.

Sempre gostei dos gibis da Disney (especialmente as investigações do Mickey), pois traziam estórias mais densas, fazendo a leitura "render". Eu achava as estórias da Turma da Monica divertidas também, mas o gibi acabava muito rápido, então eu só lia de empréstimo!

Lembro que o meu pai costumava levar eu e minhas irmãs ao Horto Florestal, aos domingos, quando acontecia o "Leitura no Parque". Não sei bem de quem era este projeto, mas era genial! Colocavam várias estantes de livros em uma área gramada do parque e tínhamos à nossa disposição uma verdadeira Biblioteca ao ar livre. Lembro que o meu pai sempre ficava lendo o jornal, enquanto cada uma de nós escolhia um livro para ler... levávamos esteiras, lanchinhos e passávamos horas ali.

Nos primeiros anos de escola, também tive contato com a famosa Série Vaga-Lume - quem se lembra? Dei uma olhada nesta lista de livros e acho que li a grande maioria. Tínhamos o costume de visitar algumas Bibliotecas, para pegar livros emprestados.
Eu gostava, especialmente, dos mistérios escritos pelo Marcos Rey (como o famoso "O mistério do Cinco Estrelas"). Seguindo o gênero, gastei muitas horas lendo Agatha Christie e Sidney Sheldon... sendo que li em inglês metade dos livros do Sheldon (os amarelados pocket books comprados na Livraria Cultura, desde que comecei a trabalhar, aos 16 anos).
Também gostava muito das aventuras escritas pela Lúcia Machado de Almeida, como as aventuras de Xisto. Lembro também das férias em Xangri-lá, do Cachorrinho Samba, do menino do dedo verde... e da coleção do Monteiro Lobato (A Reforma da Natureza, A aritmética da Emília....)
Acho que li todos os romances espíritas da Zíbia Gasparetto e devo confessar que também sou fã do Harry Potter e das aventuras dos hobbits (mesmo já tendo passado da infância/adolescência quando foram lançados)...
Gosto dos livros do Dan Brown e chorei muito com o Khaled Hosseini.
São tantos livros que fazem parte da minha história... lembro até da capa cor-de-rosa do "Fofinho", o primeiro livro do qual me lembro, sobre um pintinho amarelinho. Lembro também que adorava um outro livro, sobre um Bonequinho de Massa e sabia de cor e salteado o Tintino... Lembro dos livros de contos de fadas e do sempre querido Pequeno Príncipe.

Luísa, 7 meses
Os livros são assim... trazem para a nossa vida um pouco de magia e mistério, fazem com que a gente se transporte para outros lugares, dão asas à nossa imaginação... Ler é maravilhoso!

PS.: Em 2009, foi lançada uma rede social brasileira para leitores: Skoob ("Books", ao contrário)
Sem publicidade, o site cresceu com propaganda boca-a-boca e se tornou um ponto de encontro para leitores e novos escritores. Através de cadastro, é possível listar o que você está lendo, o que já leu, o que pretende ler, o que está relendo e quais leituras foram abandonadas, formando assim uma "estante" virtual.
Títulos ainda ausentes no banco de dados podem ser adicionados pelos próprios usuários que também podem compartilhar suas opiniões sobre as obras através de avaliações e resenhas.
Agora também está disponível uma ferramenta (Plus) que permite a troca de livros entre os usuários. Viva a colaboração!
É claro que eu estou cadastrada lá... Quando soube desta rede social, fiquei quase a madrugada toda procurando e marcando livros (praticamente os que tenho em meu escritório, sendo que vários fui eu que cadastrei), mas depois não mexi muito mais. A gente não dá conta, né? Mas vale a pena conferir...

Leia para uma criança...

Acabei de encomendar a minha coleção de livros da Campanha do Banco Itaú "Leia para uma criança".
Eu já havia comentado sobre esta ação no ano passado... e ela está de volta!

A Campanha procura incentivar a leitura, este gesto tão simples e tão importante, que contribui para a educação, a cultura e o lazer das crianças, ajudando a mudar para melhor o futuro do Brasil. Estou replicando abaixo parte do conteúdo da Campanha....


Histórias podem mudar a história de uma criança.
Crianças que ouvem a leitura de histórias aprendem melhor, desenvolvem a capacidade de se expressar e se comunicar com os outros.

Ler para uma criança contribui para a garantia de seus direitos.
Quando um adulto lê para uma criança, oferece a ela o acesso à cultura, ao lazer e à educação. Além disso, a leitura aproxima o adulto e a criança e possibilita que compartilhem bons momentos.

As crianças de hoje cuidarão do país amanhã.
São 18 milhões de crianças e adolescentes de 0 a 15 anos que definirão o futuro do país daqui a 30 anos.
Fonte: Facebook

Você pode ser um grande leitor.
Aventure-se e leia. Ao ouvir sua leitura, a criança vai se familiarizando com a linguagem, construindo seu vocabulário e ampliando sua capacidade de compreender o mundo.

Divulgue
Sua missão: ler e inspirar.
Para cuidar do presente e do futuro das crianças dependemos de um importante personagem: você.
Por isso, leia para uma criança e incentive outro adulto a fazer o mesmo.
Ler para uma criança contribui  para sua educação e bem-estar.
Esse é o papel e a responsabilidade de todos nós. Acredite!
Ler para uma criança é um ato capaz de provocar efeitos muito positivos no seu desenvolvimento.
E quanto mais pessoas toparem essa aventura, mais feliz será o final dessa grande história.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Incentivo à Leitura

Luísa, 5 meses
Chegou a coleção de livros do Itaú que eu pedi para a Luísa... São 3 livros: "A Festa no céu" (Angela Lago), "Chapeuzinho Vermelho" (Chico Buarque) e "Adivinha quanto eu te amo" (Sam Mc Bratney). Adorei!

A Luísa adora livrinhos, desde bem novinha.
Eu acho muito importante despertar, desde cedo, o gosto pela leitura.

"A Coleção Itaú de Livros Infantis foi criada pela Fundação Itaú Social para ajudar a despertar desde cedo o prazer pela leitura. Ela foi feita para você que também acredita que a educação é o melhor caminho para a transformação do Brasil. Peça a sua coleção gratuitamente."



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Reconciliação

Abri ao acaso o livro que a minha mãe me deu ("Força Espiritual", de José Carlos De Lucca) e li esta mensagem... resolvi compartilhar.... 

"Você jamais encontrará paz em sua vida se não souber perdoar a si mesmo. Desça do pedestal do orgulho e reconheça que você ainda é um espírito em aprendizado e, portanto, sujeito a erros e acertos. 
A culpa só serve como sinal de alarme para identificar que nos equivocamos em algum ponto do caminho. Reconheça o erro, aprenda com ele, repare algum prejuízo causado e modifique prontamente suas atitudes. A vida não deseja que você sofra com suas quedas, apenas que você aprenda onde e por que caiu.
Mas se você quiser aliviar a consciência de culpa por meio do sofrimento, esteja certo de que acidentes e doenças surgirão em seu caminho, não porque Deus assim deseja, mas porque você ainda prefere a dor em prejuízo do aprendizado e da responsabilidade.
Lembre-se de que é o amor que cobre a multidão dos pecados.
Se o seu erro prejudicou alguém, procure repará-lo o quanto antes, pois esteja certo de que, cedo ou tarde, haveremos de ser chamados a equilibrar o que outrora desequilibramos com nossos atos, pensamentos e palavras.
Se não for mais possível fazê-lo com a pessoa a quem prejudicamos, promovamos o bem a quem quer que seja, pois o bem que espalhamos será nosso advogado em qualquer parte.
A caridade espontânea é uma das melhores terapias para dissolver nossa consciência de culpa sem a necessidade do bisturi do sofrimento. Um prato de comida sacia não apenas a fome do mendigo, mas também a nossa fome de paz interior.
Mas se formos analisar com toda a sinceridade, reconhecendo que somos seres ainda imperfeitos, verificaremos que, com grande probabilidade, já trazemos de existência anteriores culpas que ainda não foram sanadas e que hoje se disfarçam em depressões, pânicos, obsessões e desarmonias várias, a nos recomendarem o autoperdão e a vivência da caridade quase que a todo instante."

terça-feira, 19 de abril de 2011

Livrinho

"Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende"
(Leonardo da Vinci)


domingo, 20 de março de 2011

Luísa mundo afora...

Há pouco mais de um mês, ativei o Google Analytics para o Blog e também incluí, na lateral, um widget que mostra a quantidade e origem de visitas recebidas no dia.
Ok, eu já esperava visitas do Brasil, de Portugal, do Canadá e dos Estados Unidos... onde temos amigos e parentes. Mas me surpreendi ao constatar que recebemos visitantes de mais de 20 países mundo afora! A maioria, chega pelo Google... e muitos são atraídos pelas imagens do Blog. Já estamos com quase 20 mil acessos!

Um dia destes, acessei a página oficial da Anne Geddes no Facebook (a famosa fotógrafa de bebês, cujo trabalho acho magnífico!) e escrevi no mural. Eu elogiei o trabalho dela e decorei a publicação com uma das fotos da Luísa que eu mais gosto, que eu tirei quando ela tinha somente 11 dias, após um de seus banhos de sol. Eu havia tratado a foto, deixando-a em branco e preto, somente com um foco colorido (vejam o resultado, abaixo). Disse que eu também estava brincando de fotógrafa e que a Luísa era a minha inspiração.

Luísa, 25/11/2010, 11 dias

Só sei que, até a manhã do dia seguinte, mais de 60 pessoas desconhecidas já haviam 'curtido' a foto e outras tantas haviam deixado comentários e elogios em 4 línguas diferentes... Este é o poder da Internet e, especialmente, das redes sociais! O mundo encolheu... e a gente perdeu totalmente o controle de onde vai parar o pedacinho de informação que deixamos na rede. Um problema? Não sei...

O Luís comprou para mim, há cerca de um mês, uma edição da Revista Crescer, cuja matéria de capa ("O mergulho perfeito na Internet") discute a questão da privacidade e exposição das crianças na Internet.
É uma matéria bem interessante e que mostra vários lados da questão, até entrevistando algumas crianças que ficaram famosas na web.
Eu acho que o importante é que tenhamos consciência deste poder da Internet... se é secreto ou privado, guarde para si. Se colocar na Internet, saiba que está entregue ao mundo, mesmo que esta não seja a sua intenção...

Criei este Blog para compartilhar com os amigos as notícias sobre a gravidez. Antes de possuir esta ferramenta, eu enviava e-mails às minhas irmãs e amigas mais próximas toda vez que eu fazia um ultrassom ou tinha alguma novidade... mas sempre ficava em dúvida se todos estavam de fato interessados em tantos detalhes que para mim, passando pela experiência pela primeira vez, eram tão fascinantes. Ao deixar as informações em um site, quem quisesse saber as novidades, acessaria e se atualizaria.
Depois fui pegando gosto... compartilhei os detalhes da decoração, o enxoval, as coisas lindas deste mundo com cheirinho de bebê! E, quando a Luísa nasceu, as descobertas de cada dia passaram a rechear o Blog, que está crescendo junto com ela!
Eu escolho os assuntos, fotos e vídeos e escrevo com muito carinho. Espero, sinceramente, que a Luísa não se importe com esta exposição, quando tiver idade suficiente para entender... mas que, pelo contrário, perceba o quanto foi amada desde o começo de tudo, quando ela era somente um sonho, e quanto nos inspirou e mudou a nossa vida!
Também nem sei se conseguirei manter o Blog sempre atualizado... Em breve, vou voltar a trabalhar e já estou vendo que será difícil conciliar o trabalho com os cuidados e atenção com a Luísa!

Ah... Nesta matéria da Crescer também fiquei sabendo sobre o lançamento de uma rede social brasileira, destinada às crianças: "O mundo do sítio", ainda em fase de testes. Eu já me cadastrei para acessar a versão Beta e estou curiosa para ver o que prepararam... a ideia é muito boa! Se também estiverem curiosos, dêem uma espiada no Blog deles e na página do Facebook.
Além de trazer o maravilhoso mundo de Monteiro Lobato, que foi uma das razões pelas quais me apaixonei pelo mundo da leitura... e até da Matemática (quem leu o livro "Aritmética da Emília"?)... o novo site será a arena perfeita para as crianças brasileiras caírem na rede, com muita segurança e com conteúdo dedicado a elas. Fico feliz pela minha pequena Luísa, que vai ter isso à sua disposição desde cedo.
É por estas e outras que acho que a geração da Luzinha vai encarar a Internet e as Mídias Sociais de maneira tão natural que estes nossos temores nem serão compreensíveis... O que vocês acham?

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A Rotina

Antoine de Saint-Exupéry, no Capítulo 21 de seu mais famoso livro, "O Pequeno Príncipe", ilustra bem a importância da rotina e também mostra que ela deve ser estabelecida/ajustada com paciência.
Para quem conhece um pouco da estória, este é o Capítulo em que aparece a raposa, pedindo ao Pequeno Príncipe que a cative. Replico abaixo um trechinho, mas encontrei o livro todo disponível na Internet:
" - A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me ! 
- Que é preciso fazer? Perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas, cada dia, te sentará mais perto...
No dia seguinte, o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta a agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? Perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias! "

Como comentei anteriormente, a Encantadora de Bebês recomenda a implementação de seu Programa, conhecido pela sigla E.A.S.Y., que ajuda a estabelecer estrutura e rotinas diárias, na seguinte ordem: comer, brincar, dormir e dar um tempo aos pais (em inglês: Eating, Activity, Sleeping, Yourself). Esse plano permite o atendimento das necessidades do bebê e a recuperação da mente e corpo da mãe (seja tirando uma soneca junto com o bebê, conseguindo tomar um banho mesmo estando sozinha com ele, dar uma volta ou tratar de seus assuntos e interesses pessoais). E, segundo a enfermeira, ao seguir essa estrutura lógica, a criança não tem de lidar com a imprevisibilidade, que tanto a assusta, e acaba aprendendo que, bem ou mal, existe hora para tudo nesse mundo.

Não tivemos dificuldades para estabelecer uma rotina com a Luísa, mas ela não é rígida e nem sempre acontece exatamente nos mesmos horários, mas respeita esta sequência de atividades e tem dado bem certo! Posso dizer que, graças à rotina, consigo identificar com mais facilidade os choros e necessidades da Luísa e atendê-las prontamente, evitando momentos de crise. Também conseguimos desde muito cedo nos organizar para realizar outras atividades, passear, etc., além de já termos recuperado nossas noites de sono. Brinco que a nossa vida agora acontece em ciclos...

Os vários registros de nosso dia-a-dia...
Aqui também vale o ciclo PDCA, ciclo de desenvolvimento com foco na melhoria contínua (Plan-Planejamento, Do-Execução, Check-Verificação e Act-Ação). Como em qualquer processo, é necessário ter informação para conseguir agir de forma eficiente... e realizar ajustes aos poucos, facilitando a adaptação e o completo atendimento às necessidades e do bebê.

Desde o primeiro dia com a Luísa, mantenho registros de todos os detalhes do nosso dia: os horários em que a amamento, as atividades que realizamos, períodos de sono, seu comportamento, etc. Estas anotações foram fundamentais para que eu pudesse notar um padrão (especialmente porque os dias são assustadoramente iguais, fica muito fácil de se confundir!) e também para que eu pudesse conhecer melhor a Luísa. No começo, é muito difícil entender o que o bebê precisa... conhecer os horários fez com que eu aprendesse a diferenciar seus choros. Também pude notar quando ela tem mais sono, quando podemos realizar atividades mais agitadas sem estressá-la, etc.

Na primeira semana, nos limitamos praticamente a observá-la durante nossas tentativas e erros. No começo, tendemos a achar que todo choro é fome, uma vez que uma mamada costuma silenciar qualquer choro... mas não necessariamente resolve o problema ou incômodo. O bebê que se alimenta exclusivamente de leite materno costuma sentir fome em períodos de 2,5 a 3 horas. Analisando os registros da primeira semana, notei que às vezes eu a amamentava em períodos menores, mas ela mamava por pouco tempo e logo adormecia. Na segunda semana, procurei alimentá-la seguindo este intervalo e, como acompanhei seu desenvolvimento semana a semana durante o primeiro mês, me certifiquei de que era mesmo suficiente, apesar dos meus temores: ela ganhava uma média de 50g / dia e seu intestino sempre funcionou muito bem.

Esta rotina para a amamentação é polêmica, pois muito se diz sobre a importância da "Livre Demanda" (ver link abaixo). Mas, para nós, foi a chave para uma vida mais tranquila e saudável... De qualquer forma, sempre vale o bom senso: caso a mamada tenha sido muito curta (interrompida por um movimento intestinal ou alguma distração, por exemplo), se o bebê estiver muito sonolento ou você não tiver percebido a sucção/deglutição, vale a pena insistir. Também existem os chamados "impulsos de crescimento" (a cada 3 ou 4 semanas), quando a alimentação pode precisar ocorrer em intervalos menores.... e sempre haverá dias em que o bebê precisa de um carinho/conforto adicional e você não vai deixá-lo chorando simplesmente porque ainda não se passaram 3 horas! O ideal é realizar a amamentação em um local tranquilo e não se apegar ao relógio, além de tentar se concentrar no bebê (não falar ao telefone, não conversar, etc).
Para nos acostumarmos com a amamentação, eu segui a livre demanda no início. E acredito que voltaremos a este esquema quando a amamentação já não for a fonte exclusiva de alimentos da Luísa e se tornar mais um momento de aconchego, depois que eu voltar a trabalhar.
Nos primeiros dias, especialmente se o bebê nasceu antes da hora ou muito pequeno, a maioria dos pediatras recomenda que o bebê seja acordado caso não desperte para mamar a cada 4 horas. Se esse tempo é ultrapassado, ele pode desenvolver hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue), o que pode levar a uma sonolência profunda e, em alguns casos, provocar lesões neurológicas. Na Maternidade, recomendaram desagasalhar o bebê, caso se apresentasse muito sonolento durante a mamada.

Bom, depois que a rotina da alimentação estava estabelecida, em períodos de 3 em 3 horas (contados a partir do início da mamada), o restante aconteceu naturalmente. Após as mamadas diurnas, procuro sempre fazer alguma atividade com a Luísa (banho de sol, música, estória, Baby Einstein, brincadeiras, tapetinho, banho...) e, assim que ela começa a dar sinais de cansaço (bocejo, olhos avermelhados, desviando o olhar, esfregando o rosto, resmungando...), eu cesso imediatamente os estímulos e a ajudo a diminuir o ritmo (às vezes na balancinha), para que possa adormecer. Normalmente, espero que ela acorde sozinha para a próxima mamada.

Quando precisamos sair, costumo deixar tudo preparado durante sua soneca e, logo depois de amamentá-la, coloco-a no carro... ela se distrai um pouco pelo caminho e acaba adormecendo. Desta forma, temos quase 3 horas de "liberdade" para fazer o que for necessário antes da mamada seguinte.
Quando tenho algum compromisso com horário marcado, vou ajustando os horários ao longo do dia, um pouco em cada ciclo, mas tentando manter a sequência das atividades, para que ela se adapte facilmente à mudança na rotina.

Nossa rotina diária tem sido mais ou menos assim:
* Dorme das 22h às 06h direto (8h de sono).
* Mama às 06h e dorme novamente até as 9h.
* Mama às 9h, toma 10 minutos de banho de sol (quando possível) e eu cuido dela (vitamina, soro no nariz, higiene dos olhos e rosto, hidratante no corpo, corte das unhas, talco líquido, troca de roupa, etc.), dorme das 10h30 até as 12h.
* Mama às 12h, realizamos alguma atividade e depois ela dorme das 14h até as 15h.
* Mama às 15h, realizamos alguma atividade e depois ela dorme das 17h até as 18h.
* Mama às 18h, normalmente faço alguma atividade com ela em meu colo (leitura / música...) ou a massageio ou ela fica com o papai (se ele chega cedo). Dorme por 30-40 minutos até as 21h (quase sempre, nós é que a acordamos neste horário).
* Mama às 21h, toma banho, mama novamente e dorme em seguida, às 22h.
Normalmente, temos agora em 24 horas: 7 mamadas, 14-15 horas de sono, cerca de 7 trocas de fralda e 3-4 cocôs. Mas nossa rotina já foi diferente... No começo, o intervalo de 3 horas entre as mamadas valia para as noites também (ela mamava às 21h, às 00h, às 03h e às 06h). Depois, ela foi dormindo por períodos maiores durante a noite (com menos de 2 meses, já dormia por cerca de 5 horas) até atingir as 8h atuais (a partir dos 2 meses e 3 semanas). Os horários também foram se ajustando e ainda há dias em que variam um pouco, dependendo da hora em que acorda do sono mais longo ou se saímos desta rotina durante o dia por qualquer motivo. Agora com o final do horário de verão, estes horários estão se estabilizando 30 minutos mais cedo, mais ou menos.
Quando vamos sair para jantar à noite (um dos nossos principais momentos de lazer), por exemplo, costumamos adiantar o banho dela em 1 ciclo e não acordá-la após o sono das 20h30... só alimentando-a quando voltamos à nossa casa ou, se não consigo despertá-la facilmente ao chegar, aguardo até que acorde sozinha durante a madrugada.
O ciclo da mamada das 18h também é o período em que ela está mais cansada e a atividade precisa ser menos agitada. O ruim é que este é normalmente o horário em que recebemos visita durante a semana (após o horário comercial), sendo que às vezes ela fica um pouco 'chatinha' por conta da mudança na rotina.

Ah... devido à redução no número de mamadas, hoje ela tem ganhado uma média de 30g / dia, mas os pediatras dizem que seu desenvolvimento continua em um ótimo ritmo!
E, ao contrário dela, eu ainda não durmo 8 horas ininterruptas à noite (apesar de já descansar bem melhor), porque costumo dormir mais tarde e também porque meu corpo ainda não se acostumou a 'pular' as mamadas noturnas e tenho acordado pelo menos 1 vez para bombear leite, que envio semanalmente ao BLH.

Em breve, preciso planejar nossa rotina de quando eu voltar a trabalhar, para começar a fazer alguns ajustes, de forma que a Luísa possa se adaptar mais facilmente quando precisar ficar no berçário e não sofra muito também.


SAIBA MAIS:
* Resumo do Capítulo "A Frequência e a Duração das Mamadas", do livro Un Regalo Para Toda La Vida, do Dr. Carlos González (sobre a Livre Demanda).

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Encantadora de Bebês

Depois do nosso interesse pelo "Encantador de Cães" (César Millan), estamos na fase da "Encantadora de Bebês" (Tracy Hogg)... e espero que não precisemos recorrer à "Super Nanny" (Jo Frost), no futuro!

Como eu já havia comentado no Blog, quem me presenteou com o livro "Os segredos de uma Encantadora de Bebês" foi a minha amiga Íris.
Eu havia dado este livro para a minha irmã Luciane também, em 2007, quando a minha sobrinha Gabi nasceu... mas foi só porque era um dos mais vendidos, nem sabia direito do que se tratava.

Gostei de ter ganhado o livro ainda durante a gravidez, pois ele traz muitas informações interessantes sobre o desenvolvimento dos bebês, suas características, como interpretam as coisas que acontecem à sua volta, etc.
Apesar de algumas informações estarem meio desatualizadas (o livro foi escrito em 2000, publicado em 2002 no Brasil) e de não concordar com algumas das preferências da autora (por exemplo, a fralda de pano!), em geral, gostei muito do livro e ele tem me ajudado bastante! Já o li inteirinho, mas ele está sempre ao meu alcance, para consultar um trecho ou outro... e gostaria muito de assistir ao programa de TV, mas não encontrei vídeos na Internet e já não passa mais no Discovery Home & Health.

Fiquei triste ao saber que a Tracy morreu em 2004 (como diz minha amiga Íris, ela deveria ser canonizada... rs!), mas ela deixou uma série de admiradores pelo mundo afora e existem vários grupos de discussão, sites, blogs, etc. que divulgam as suas ideias. Tenho certeza de que eu mesma ainda vou comentar no Blog muita coisa que aprendi com ela!

Pra ser sincera, me arrependi de não ter dado mais atenção a este livro durante a gravidez - eu estava mais entretida com os livros sobre a gestação e me desmotivei um pouco pelo fato de ainda não ter um bebê nos braços durante a leitura, pois a autora descreve muito as características de cada tipo de bebê no livro.
Eu recomendo que as mamães leiam antes do parto, pelo menos, o capítulo que trata da alimentação do bebê (Capítulo 4 - "De quem é esta boquinha?"). Acho que esta é a parte mais importante (e mais desconhecida para os pais de primeira viagem) e é o que guia todo o resto da rotina que ela propõe e que deu tão certo para a minha família...

A Tracy Hogg publicou 3 livros, mas aqui no Brasil temos somente dois deles (não foi publicado o "Secrets Of The Baby Whisperer For Toddlers").
Eu comprei o outro livro também, mas ainda não o li inteiro... ele trata de assuntos mais específicos, com mais detalhes e acho que serve mais para consultas em caso de problemas, como diz o título ("A Encantadora de Bebês resolve todos os seus problemas")! --> Devo dizer que mudei de ideia com relação ao meu comentário acima. Este livro é recomendado para quem não começou a seguir os métodos da Encantadora de Bebês quando o bebê nasceu (Abril/2010). O primeiro livro trata especialmente do nascimento aos 4 meses, trazendo também os conceitos básicos em detalhes. O livro rosa traz um resumo de todos conceitos e é muito mais rico em exemplos e recomendações, tratando os problemas comuns e trazendo sugestões de como evitá-los ou corrigi-los. Além disso, traz as variações do programa para cada idade... está sendo bem útil agora que a Luísa está maior. (Abril/2011)

É claro que tudo isso é só uma referência... somente os pais podem realmente conhecer (e encantar) o seu  bebê... mas ela dá muitas noções básicas e boas dicas de como manter o bem-estar da família como um todo, após a chegada do bebê, além de nos dar pistas do que devemos observar, como costumam ser os sinais que o bebê dá sobre suas necessidades...
Enfim, a "encantadora" conseguiu me encantar também com o seu método EASY (em inglês, além de significar "Fácil" é o acrônimo para: Eating, Activity, Sleeping, Yourself), que se resume em estabelecer uma rotina de comer, brincar, dormir e dar um tempo aos pais.
Como eu aplico o EASY desde que a Luísa nasceu, não sei se nossa vida tem sido tranquila porque a Luísa é boazinha mesmo ou se foi porque aprendemos a observar seus sinais, atender as suas necessidades sem demora e estabelecer uma rotina que funciona pra gente!

SAIBA MAIS:

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Primeiros dias...


Depois dos dias no Hospital (em que a troca de fraldas, os banhos, etc., ocorrem num passe de mágica!) e já passado o choque inicial de ter um serzinho tão frágil e dependente de nós em casa... estamos entregues à alegria que é ter a Luísa conosco!

Está sendo tudo o que sonhamos e nada do que temíamos...A Luísa é muito boazinha: um bebê anjo!
Ela quase não chora e é muito fácil entender suas necessidades. Lógico que mesmo assim dá trabalho, bastante, mas faz parte e estamos curtindo muito este lindo presente.

Falando em presente, o que mais tem me ajudado atualmente é o livro da Encantadora de Bebês (que ganhei de minha amiga Iris). Com certeza, ainda vou falar muito sobre ele no Blog...
Também tenho adorado a minha poltrona de amamentação (onde tenho passado quase o dia inteiro) e a babá eletrônica (eu a uso mesmo quando eu e a Luísa estamos no mesmo quarto, pois posso deixá-la no bercinho e, quando ela reclama, eu olho pelo monitor sem nem ter que levantar - o que, aliás, dói muito por conta da cesárea).

Os dias são maravilhosos, mas as nossas noites são mais complicadas: nada anormal, só o fato de ter que interromper o sono várias vezes mesmo (não consigo lembrar a última noite em que dormi 8 horas seguidas!). Acho que semana que vem vai ser um pouco mais complicado, pois o Luís volta a trabalhar já na segunda-feira e ficarei sozinha com a Luísa.

Estou cada vez mais acostumada com a amamentação (já não dói) e a Luísa também não entra mais em desespero por comida, pois sabe que virá... estamos nos acertando!
O único problema é quando dorme durante a mamada e não consigo acordá-la... pois se mama pouco fica com fome mais cedo. Neste ponto, ainda não consegui seguir exatamente as dicas da Encantadora de Bebês (que não recomenda que a gente atenda aos chamados do bebê antes da hora, mas como ela é pequena - teve alta com 2,5 kg - tenho dó de não dar comida quando acho que ela está com fome).
Outra coisa que começou hoje foi voltar leite... estou a procura de dicas para evitar e estamos tentando deixá-la mais tempo no ombro depois de mamar...

Mas ela realmente é calma e não se incomoda com quase nada... a Regina passou o aspirador de pó no quarto dela hoje e ela ficou lá, dormindo no bercinho, como se nada estivesse acontecendo (se não tivessem feito o teste da orelhinha no hospital e dissessem que está tudo Ok com a audição, eu ficaria preocupada)... Os cachorros latem às vezes e ela também não liga...

Luísa, primeiro dia em casa, e Anakin
Aliás, falando nos cãezinhos... eles receberam bem a "irmãzinha" (o que era mais uma preocupação nossa).
Quando chegamos da Maternidade, entrou primeiro o Luis sozinho, depois eu sozinha, aí levamos a Luísa quando eles estavam mais calmos... Eu acho que eles ainda não descobriram se ela é uma pessoa ou um bichinho, mas já estão se acostumando com o novo "ser" na casa... já deram umas cheiradinhas nela e o Anakin tentou "beijá-la", mas eu não deixei...
O Luís até tentou deixá-los longe, mas depois cedeu... =) ... eles já se mudaram para o quarto dela também.
O Anakin fica em cima do sofá-cama observando o bercinho o tempo todo... e tive que acostumá-lo a não acessar a poltrona de amamentação, que é o único lugar proibido (já que o berço eles não alcançam mesmo). O Luke já está morando embaixo do berço, seu novo lugar preferido da casa...

Enfim, estamos curtindo bastante a nossa nova vida, a família que acaba de crescer e temos aprendido bastante com nossa princesinha!



sábado, 14 de agosto de 2010

Nossos filhos são espíritos

Minha mãe me emprestou este livro "Nossos Filhos são Espíritos", escrito pelo Hermínio C. Miranda, e eu aproveitei a viagem para lê-lo... Encontrei uma versão PDF na Internet, se alguém quiser dar uma olhadinha.

Minha mãe já foi católica... com direito a batizado, primeira comunhão, crisma, missas, etc... Mas, em certa altura da vida, se desencantou um pouco com esta religião, principalmente, pela estrutura de pensamento... Começou a questioná-la e nem sempre as respostas e esclarecimentos eram satisfatórios. Acabou encontrando eco no Espiritismo...

Quando nascemos, ela já não era mais católica e, por isso, não fomos batizadas nem nada... Fui acostumada desde cedo com as ideias do Espiritismo Kardecista, a imortalidade da alma, a reencarnação, etc. Frequentei o que se chama de "Moral Cristã" e "Mocidade", participei do início ao fim do Grupo de Flautas Meimei, que fez muito sucesso nos Festivais Espíritas. Gosto dos livros, gosto da filosofia, concordo com a maioria dos conceitos, sou cristã, mas após uns 18 anos nunca mais frequentei com assiduidade um Centro Espírita.

Foi uma experiência muito interessante ler este livro, nesta fase de minha vida, escrito de forma extremamente simples, mas trazendo um conteúdo denso, cheio de dados científicos.
Apesar de estar familiarizada com os conceitos, foi a primeira vez que parei para refletir que nossa pequena Luísa, que aguardamos com tanta ansiedade, não foi criada agora, no momento da concepção... O corpinho que a vai acolher, sim, mas ela é um espírito pré-existente, que traz consigo uma bagagem que não temos ideia de que tamanho seja. Já devemos nos conhecer de outras existências e ela está sendo trazida agora para mais uma etapa de nossa evolução.

Para mim, a religião não é tão importante quanto a reliogisidade, a caridade, o amor, o respeito, a responsabilidade pelos nossos atos, a boa educação, a oração, o perdão...
Espero poder passar estes valores à Luísa e ajudá-la com boa base e estrutura para que se torne uma pessoa feliz e para que possa cumprir a sua missão, contribuindo para que sua adaptação à nova existência seja suave e tranquila.

Neste livro, encontrei também a prece composta por um espírito que se assinou Agar e a escreveu pelas mãos do Chico Xavier, que gostaria de compartilhar com vocês, meus amigos:


"Pai de Infinita Bondade,
Sustenta-nos o coração no caminho que nos assinalaste.
Infunde-nos o desejo de ajudar àqueles que nos cercam,
dando-lhes das migalhas que possuímos
para que a felicidade se multiplique entre nós.

Dá-nos a força de lutar pela nossa própria regeneração,
nos círculos de trabalho em que fomos situados, por teus sábios desígnios.
Auxilia-nos a conter nossas próprias fraquezas,
para que não venhamos a cair nas trevas, vitimados pela violência.
Pai, não deixes que a alegria nos enfraqueça
e nem permitas que a dor nos sufoque.
Ensina-nos a reconhecer tua bondade
em todos os acontecimentos e em todas as coisas.

Nos dias de aflição, faze-nos contemplar tua luz, através de nossas lágrimas,
E, nas horas de reconforto, auxilia-nos
a estender tuas bênçãos com os nossos semelhantes.

Dá-nos conformação no sofrimento,
paciência no trabalho e socorro nas tarefas difíceis.

Concede-nos, sobretudo, a graça de compreender a tua vontade, seja como for,
onde estivermos, a fim de que saibamos servir em teu nome
e para que sejamos filhos dignos de teu infinito amor.
Assim seja!"

domingo, 4 de julho de 2010

Informação...

Não sei o que seria de nós sem o Dr. Google... mas também é bem legal usar o método tradicional - os livros!

Quando a minha irmã Luciane estava grávida da Gabi (2007), descobriu "A Agenda da Gravidez", mas já era um pouco tarde e acabou não comprando... Ela comentou comigo, achei super legal a ideia de acompanhar o desenvolvimento diário do bebê e cadastrei no alerta de preço do Buscapé.

Comprei a primeira agenda em 2008 e ela estava lá, guardadinha, ainda embalada, sem planos de uso... e acabei presenteando uma amiga querida, logo que nos contou que estava grávida (a Luciana, esposa do Ronaldo).

Em 2009, logo que soube da gravidez de outra querida amiga, de convívio diário (a Fernanda, que trabalha comigo), comprei uma agenda pra ela também.

Nesta época, eu já estava tomando as vacinas faltantes e planejando nosso bebê para 2010... aí aproveitei uma promoção e comprei a agenda que viria a ser minha mesmo e também um outro livro, que a Carla havia recomendado para a Fernanda - "O que esperar quando você está esperando".

Depois que minha gravidez já estava confirmada, a minha irmã Luciane me emprestou também um livro que havia sido seu companheiro na gestação da Gabi, "Sua Gravidez semana a semana".

Estes têm sido os meus companheiros neste período de tantas mudanças... mas a minha médica é que fica com a parte mais difícil: explicar os porquês sobre as recomendações listadas sem as devidas razões detalhadas (ainda mais quando é difícil de seguir!)... hehe

Também recebi muitas informações e dicas de minha amiga Fernanda... ela já estava na reta final de sua gravidez, quando eu soube da minha. Na verdade, só houve uma sobreposição de 20 dias, pois a linda Natália nasceu em 30/04... mas acompanhei de perto a gravidez dela, voltando juntas do trabalho quase todos os dias! Obrigada, Fefê! E sei que ainda trocaremos muitas informações sobre as nossas bebês!

E a minha amiga Zíris me presenteou com um livro para a próxima fase: "Os segredos de uma Encantadora de Bebês". Ela disse que o livro é milagroso e tem ajudado muito com a pequena princesinha japonesa, a Natalie, agora com 6 meses.
Ah! E ela está torcendo para a minha bebezinha também ser uma sagitariana... =)

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