Boas-vindas e Contadores

Este Blog já está em sua terceira versão! Aqui eu me sinto à vontade para ser eu mesma e escrever sobre qualquer coisa que povoe a minha mente. É onde eu desabafo, reflito, compartilho experiências e descobertas, mantenho registro de momentos felizes e de desafios superados, guardo um arsenal de boas memórias, pensamentos e reflexões para me ajudarem nos dias difíceis... Sejam bem-vindos e não pisem na grama, rs... Ah! Se quiser trocar ideias e compartilhar experiências, visite a Página no Facebook, que é uma extensão deste Blog (e acho que os recursos são melhores para todo mundo acompanhar e palpitar)!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Amamentação e Solidariedade

Durante a gravidez, outra grande preocupação que eu tinha era me preparar para a amamentação... e tinha uma grande expectativa e muitas dúvidas também: "Como será?", "Vou conseguir?", "Terei leite suficiente?", "Vai doer?", "Vai rachar?"... e mais uma lista interminável!
Como o assunto é vasto, vou separá-lo em vários posts... e sei que não irei esgotá-lo.

Hoje eu vou comentar sobre algo que tem ocupado os meus horários livres nos últimos dias.

Eu vinha conversando com uma mãezinha que está tendo problemas com a amamentação e encontrou o meu Blog. Comecei a pesquisar bastante sobre a amamentação, alguns tópicos com os quais eu ainda não havia me preocupado, uma vez que o processo até que foi tranquilo para mim e para a Luísa.

E, recentemente, recebi o boletim da Revista Crescer (que comecei a assinar quando engravidei) e havia um artigo sobre uma mãe que criou uma Comunidade no Facebook a favor do Aleitamento Materno Solidário. Juntei-me ao grupo, por curiosidade, e acabei encontrando a Simone, fundadora da AMS Brasil, pedagoga e mãe, cujo ideal é que todos os bebês brasileiros tenham garantido o seu direito ao leite materno... defendendo a amamentação prolongada e causas como a conciliação da amamentação com o trabalho (o que me preocupa bastante também), a doação de leite materno para os bebês prematuros (algo que eu ainda não havia considerado), o auxílio às mães com dificuldades na amamentação, etc.

Fiquei com muita vontade de realizar a doação de leite materno, pelo menos durante a minha Licença Maternidade e já entrei em contato com um dos Bancos de Leite de São Paulo, para agendar uma visita.

Mas, por enquanto, estou doando outra coisa... venho trabalhando na construção de uma página oficial no Facebook para a AMS Brasil, semelhante à que eu criei para o meu Blog... mas agora por uma causa muito mais nobre. Estou empolgada, está ficando muito legal!
Estou deixando o link aqui, mas ainda não a publicamos... em breve, estará disponível!

Por enquanto, junte-se a esta causa...!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Encantadora de Bebês

Depois do nosso interesse pelo "Encantador de Cães" (César Millan), estamos na fase da "Encantadora de Bebês" (Tracy Hogg)... e espero que não precisemos recorrer à "Super Nanny" (Jo Frost), no futuro!

Como eu já havia comentado no Blog, quem me presenteou com o livro "Os segredos de uma Encantadora de Bebês" foi a minha amiga Íris.
Eu havia dado este livro para a minha irmã Luciane também, em 2007, quando a minha sobrinha Gabi nasceu... mas foi só porque era um dos mais vendidos, nem sabia direito do que se tratava.

Gostei de ter ganhado o livro ainda durante a gravidez, pois ele traz muitas informações interessantes sobre o desenvolvimento dos bebês, suas características, como interpretam as coisas que acontecem à sua volta, etc.
Apesar de algumas informações estarem meio desatualizadas (o livro foi escrito em 2000, publicado em 2002 no Brasil) e de não concordar com algumas das preferências da autora (por exemplo, a fralda de pano!), em geral, gostei muito do livro e ele tem me ajudado bastante! Já o li inteirinho, mas ele está sempre ao meu alcance, para consultar um trecho ou outro... e gostaria muito de assistir ao programa de TV, mas não encontrei vídeos na Internet e já não passa mais no Discovery Home & Health.

Fiquei triste ao saber que a Tracy morreu em 2004 (como diz minha amiga Íris, ela deveria ser canonizada... rs!), mas ela deixou uma série de admiradores pelo mundo afora e existem vários grupos de discussão, sites, blogs, etc. que divulgam as suas ideias. Tenho certeza de que eu mesma ainda vou comentar no Blog muita coisa que aprendi com ela!

Pra ser sincera, me arrependi de não ter dado mais atenção a este livro durante a gravidez - eu estava mais entretida com os livros sobre a gestação e me desmotivei um pouco pelo fato de ainda não ter um bebê nos braços durante a leitura, pois a autora descreve muito as características de cada tipo de bebê no livro.
Eu recomendo que as mamães leiam antes do parto, pelo menos, o capítulo que trata da alimentação do bebê (Capítulo 4 - "De quem é esta boquinha?"). Acho que esta é a parte mais importante (e mais desconhecida para os pais de primeira viagem) e é o que guia todo o resto da rotina que ela propõe e que deu tão certo para a minha família...

A Tracy Hogg publicou 3 livros, mas aqui no Brasil temos somente dois deles (não foi publicado o "Secrets Of The Baby Whisperer For Toddlers").
Eu comprei o outro livro também, mas ainda não o li inteiro... ele trata de assuntos mais específicos, com mais detalhes e acho que serve mais para consultas em caso de problemas, como diz o título ("A Encantadora de Bebês resolve todos os seus problemas")! --> Devo dizer que mudei de ideia com relação ao meu comentário acima. Este livro é recomendado para quem não começou a seguir os métodos da Encantadora de Bebês quando o bebê nasceu (Abril/2010). O primeiro livro trata especialmente do nascimento aos 4 meses, trazendo também os conceitos básicos em detalhes. O livro rosa traz um resumo de todos conceitos e é muito mais rico em exemplos e recomendações, tratando os problemas comuns e trazendo sugestões de como evitá-los ou corrigi-los. Além disso, traz as variações do programa para cada idade... está sendo bem útil agora que a Luísa está maior. (Abril/2011)

É claro que tudo isso é só uma referência... somente os pais podem realmente conhecer (e encantar) o seu  bebê... mas ela dá muitas noções básicas e boas dicas de como manter o bem-estar da família como um todo, após a chegada do bebê, além de nos dar pistas do que devemos observar, como costumam ser os sinais que o bebê dá sobre suas necessidades...
Enfim, a "encantadora" conseguiu me encantar também com o seu método EASY (em inglês, além de significar "Fácil" é o acrônimo para: Eating, Activity, Sleeping, Yourself), que se resume em estabelecer uma rotina de comer, brincar, dormir e dar um tempo aos pais.
Como eu aplico o EASY desde que a Luísa nasceu, não sei se nossa vida tem sido tranquila porque a Luísa é boazinha mesmo ou se foi porque aprendemos a observar seus sinais, atender as suas necessidades sem demora e estabelecer uma rotina que funciona pra gente!

SAIBA MAIS:

Cesariana

Em um dos posts anteriores, eu havia discutido a famosa questão "Parto Normal x Cesárea".
Secretamente, sempre torci pelo Parto Normal... principalmente por conta da recuperação (que todos dizem que é mais tranquila), mas também por medo da cirurgia!

Só que o final da minha gravidez, como vocês acompanharam, foi tão estressante e alarmante que, quando chegou a grande hora do parto, eu acabei nem ficando nervosa por conta de ter que enfrentar uma cesárea... eu só pensava no bem-estar da bebê.
O que fez com que eu aceitasse mais facilmente este tipo de parto foi, principalmente, o fato da Luísa estar sentada (pélvica)... Para reforçar, quando a Luísa nasceu, foi constatado que o cordão umbilical era menor que a média (tinha menos de 40 cm) e isso, provavelmente, seria mais um entrave para um parto normal. Não era mesmo uma questão de escolha: seria cesariana de qualquer forma!
Até teve um lado bom: saber exatamente o momento em que a Luísa nasceria, sem surpresas ou correria.

Após passar por esta experiência, o que posso dizer é que o quadro não é tão feio quanto pintam. Claro que a cirurgia não é nada bonita e é super invasiva (7 camadas de músculos e pele!), mas nós mesmas acabamos não vendo nada disso (ainda bem!)... e eu achei que tudo aconteceu bem rápido.
No momento do parto, o importante é estar com o pensamento em Deus e no bem-estar do bebê, confiar na equipe médica e respeitar a opinião de quem entende. 

Logo depois do parto, além da dor, acho que a pior parte foi não saber o que viria a seguir, o que era normal sentir, quanto tempo ia durar... Eu não tinha referências na família (minha mãe, minhas irmãs, minha sogra... todo mundo teve parto normal!), só havia conversado superficialmente com algumas amigas sobre o assunto e, apesar de ter bombardeado minha médica com perguntas, era sempre depois de já ter me surpreendido com algo. Então, resolvi escrever um pouco sobre o fato, para preparar as mamães que ainda passarão por isso.

Com relação às dores: durante o parto não se sente nada, por conta da anestesia. Aliás, acho que a pior dor que senti foi para colocar o acesso do soro na mão!
Vale ressaltar que, além da anestesia, administra-se morfina e, por conta disso, a dor sentida nas horas que seguem o parto é bem reduzida (antigamente, as mães sofriam muito mais!). O efeito da morfina dura cerca de 48 horas e causa um pouco de tremedeira e coceira, mas nada que justifique pedir para anularem o efeito antes, o que é possível.

Após o parto, fiquei na sala de recuperação por cerca de 1 hora, até conseguir mexer as pernas. Logo depois, já fui para o quarto, mas ainda usando uma sonda, que só é tirada após o primeiro banho. Depois do banho (meio traumático), tudo vai melhorando... você já pode vestir suas próprias roupas e já consegue andar sem problemas.
A dor no local da cirurgia ainda é forte por cerca de 1 semana, mas me incomodava somente na troca de posição (ao levantar, ao sentar, ao deitar) e também quando eu fazia movimentos mais bruscos (rir, tossir, espirrar...).

Minha médica recomendou que eu não fizesse muito esforço em casa, especialmente subir/descer escadas e levantar/abaixar... que eu me concentrasse somente na bebê.
Ela também recomendou que eu não fizesse ginástica nos primeiros 90 dias. Apesar disso, não tive problemas para voltar ao meu peso (20 dias depois já estava somente 1,3 Kg acima do meu peso normal e hoje estou com 200g a menos).
Também não tive problemas com a amamentação, o que dizem que pode acontecer após cesarianas.

Mas a cicatriz ainda arde e coça um pouco até hoje, 70 dias depois! E a região ainda não tem sensibilidade. Eu continuo passando um creme manipulado, receitado pela minha médica, e a cicatriz até que está bonitinha e ficará bem escondida.

Há alguns pontos positivos da cesárea também, por exemplo: você sangra menos no pós-parto, pois o médico já remove a placenta completamente. E o parto normal também tem corte e pontos, num lugar bem desconfortável.

Bom... independentemente do meio pelo qual a Luísa veio ao mundo, ser mãe foi a coisa mais linda que me aconteceu! Eu descobri um amor que jamais pensei que existisse... sou totalmente apaixonada por ela e isso vale qualquer coisa!
E, cá entre nós, a gravidez foi muito mais difícil pra mim que o parto...

SAIBA MAIS:
* Para mais detalhes sobre a Cesariana, recomendo este artigo do Baby Center.

sábado, 22 de janeiro de 2011

500 fraldas depois...

Luísa, 14 dias...
Após atingir a marca de mais de 500 trocas de fraldas (até eu me assusto com o número, mas é isso mesmo: calculo pelos pacotes usados), acredito que já temos autoridade para dizer algo sobre o assunto.

Em primeiro lugar, para não assustar os que ainda não tiveram o bebê, saibam que a tarefa fica bem mais fácil quando se pega prática e também quando se trata do seu próprio bebê. São tantas trocas de fralda que a gente fica craque ainda nos primeiros dias em casa.
Lembro de uma vez em que levamos nossa sobrinha Gabi ao aniversário de 1 aninho da Fernandinha (filhinha da Sueli / Luiz Paulo). Estávamos "suando" para trocar a fralda dela no berçário do buffet, quando entrou o Luiz Paulo com a filha (elas têm praticamente a mesma idade), trocou a fralda em poucos minutos, dentro do berço que havia lá mesmo e nós ainda ficamos terminando a tarefa!
Mesmo com nossa Luísa, nos primeiros dias, cheguei a levar quase meia hora para trocar uma fralda (sério!) e tinha que realizar a tarefa no quarto dela, com toda a infra-estrutura. Agora eu faço a troca em qualquer lugar, tendo o "kit de viagem" em mãos, em não mais que 5 minutos (o tempo varia um pouco, dependendo do "recheio" da fralda e do humor da bebê... e, apesar de já estar com prática, procuro fazer com uma certa calma e sempre conversando com ela, para não ser muito "invasivo" - questão de respeito!).

A segunda coisa a dizer é que vamos ter que tentar trocar algumas fraldas... ou teremos que doá-las.
Como comentei quando estava planejando o Chá de Bebê, usei uma Calculadora de Fraldas para fazer a distribuição dos tamanhos entre as convidadas.
O que eu não levei em consideração é que, apesar de eu ter sugerido que nos trouxessem de presente "um pacotinho", algumas amigas muito generosas trouxeram mega-pacotes ou vááários pacotes de fraldas... e a Luísa também se desenvolveu super bem e ganhou peso rápido.
Em compensação, o que eu também não sabia era que, dependendo da marca e modelo, o tamanho da fralda atende a uma faixa bem diferente de peso.
A Calculadora que eu comentei é da Huggies / Turma da Mônica, cujo tamanho "P" é recomendado para bebês de até 6 kg (apesar disso, passaram a ficar desconfortáveis e vazar com a Luísa quando ela atingiu 5 kg!)... já o Tamanho "P" da Pampers Total Confort, por exemplo, é para bebês de até 8 kg... e o "M" da Johnson's para bebês de 4 a 9 kg. Então, o ideal é utilizar as fraldas por ordem de tamanho.

No Chá de Bebê, sugeri as marcas Huggies Turma da Monica, Pampers e Johnson's dos tamanhos P e M.
Como a Luísa nasceu pequenininha (já sabíamos pelas estimativas dos últimos ultrassons) e o bebê ainda perde cerca de 10% do peso nos primeiros dias, chegamos a usar ainda 5 pacotes de fraldas tamanho RN.
Utilizamos a Huggies Turma da Monica Soft Touch RN, que é para bebês de até 3,5 kg (a Luísa teve alta do Hospital com 2,5 kg) e não temos nada a reclamar. Na Maternidade, usaram a Johnson's e também é muito boa.

A Luísa não teve qualquer reação alérgica a nenhuma destas 3 marcas e não me arrependo de tê-las escolhido.
Apesar de haver diferenças entre as marcas e modelos, todas dão conta do recado. Mas seguem as fraldas que usamos, por ordem de preferência:
    * Pampers New Baby P
    * Johnson's Toque de Proteção M
    * Pampers SuperSec P / Pampers Total Confort P 
    * Huggies Turma da Mônica Soft Touch RN e P
    * Huggies Turma da Mônica Tripla Proteção P


E tenho algumas observações também:
  • Como já mencionei, a Pampers é mais flexível com relação ao tamanho do bebê (o tamanho P já era adequado quando a Luísa tinha pouco mais de 3 kg e agora que ela deve estar beirando os 6 kg ainda está bem confortável também... apesar de ter começado a vazar às vezes). Já a fralda da Turma da Monica, quando a Luisa tinha pouco mais de 3 kg, o tamanho P ficava meio folgado e vazava, depois ficou bom e agora já não está mais servindo nas perninhas gordas da Luísa. Já comecei também a usar a Johnson's tamanho M (de 4 a 9 kg) e ela é muito boa, nunca vazou... então deixo para usar à noite e quando saímos (só tenho 3 pacotes).
  • Todas as fraldas que usamos têm ótima absorção do xixi e leva horas para elas ficarem mesmo cheias (só vi isso quando coloquei a Luísa na banheira de fralda normal, rs - aliás, uma reclamação: só existe fralda de piscina para bebês com mais de 7kg!).... xixi nunca vazou! Esta é uma grande vantagem das fraldas descartáveis, o bebê está sempre sequinho, sem a necessidade de ficar trocando a fralda toda hora! Fala-se muito em sustentabilidade e, cada vez mais, há pessoas que defendem a volta do uso das fraldas de pano... mas eu uso as descartáveis e alivio a consciência pensando em quanta água e sabão seriam necessários para lavar as fraldas de pano sujas!
  • Agora sobre o cocô... No começo, o bebê evacua depois de todas as mamadas... chegamos a usar 15 fraldas em um só dia! Agora que a Luísa tem pouco mais de 2 meses, costuma evacuar 4 ou 5 vezes ao dia... então, a gente troca a fralda toda vez que faz cocô (o bom é que ela "anuncia" em alto e bom som que está recheando a fralda, então nunca a deixamos suja por muito tempo) e também após o banho. Também sempre verifico a fralda quando ela acorda das sonecas (pois não costumo ficar por perto enquanto dorme) e procuro deixá-la com uma fralda "novinha" antes do seu sono noturno, que agora está mais longo. Em média, temos usado 7 fraldas por dia, ultimamente.
  • Por falar em cocô... encontrei estes dias um álbum de fotos de cocô de bebê no BabyCenter. É bom para os pais de primeira viagem, que não sabem se o que encontraram dentro da fralda é normal. Para os demais, só visitem o link se tiverem estômago forte e/ou muita curiosidade! rs... Realmente, os pais perdem o nojo de tudo!
  • Prefiro as fraldas cujo fecho é de velcro (ou ajustável) e não adesivo, pois assim é possível abrir e fechar a fralda quantas vezes for necessário, seja para ajustar ou para verificar o conteúdo. Outro motivo é que eu, com minha mãozinha molhada, já cheguei a perder umas 3 fraldas por tirar a cola do adesivo enquanto a ajustava, não conseguindo mais fechá-las.
  • Obs.: Nos modelos da Turma da Monica, a Kimberly-Clark (fabricante) mudou e já trocou pelo fecho ajustável (e na Soft Touch já era velcro), mas vale a dica para a escolha de outras marcas. Na Johnson's, apesar de ser adesivo, a cola é muito boa e ainda não tive problemas.
  • Também prefiro as fraldas que possuem a cintura elástica, pois assim eu posso deixar a fralda bem ajustada ao corpinho da bebê (evitando vazamentos), mas sem medo de ficar desconfortável. Esta característica está presente na Turma da Mônica Soft Touch e nas Pampers.

Peixinho!


A Luísa realmente adora água! Nunca a vi chorar durante um banho... seja em sua banheirinha, na Tummy Tub (emprestada da Natalie) ou na banheirona!

Até hoje, praticamente todos os banhos foram dados pelo papai. Nós assistimos juntos à aula da Maternidade, mas quando chegamos em casa eu ainda estava muito dolorida e o papai assumiu a tarefa. A mamãe é uma mera instrumentadora ("Traga a toalha", "Separe a roupa", "Guarde as coisas").

As exceções foram:
* No Ano Novo, que a Vovó Neide deu o banho (mesmo assim, com a ajuda do papai).
* No final de semana passado, que eu e a Tia Mimi demos (e tomamos) um gostoso e demorado banho na banheira de hidromassagem... praticamente uma natação pra Luísa!

Neste post, estou colocando alguns registros destes momentos molhados e cheios de espuma...



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Brincos!

Para completar os furinhos da semana, levei a Luísa hoje para colocar os brincos.
Agora não vou precisar me empenhar tanto em enfeitar o (pouco) cabelo dela, para garantir que todos saibam que se trata de uma menininha... rs!

Eu levei a Luísa a um acupunturista, recomendado pela minha amiga Fernanda, na Av Pompéia. Ela furou as orelhinhas da sua filha Natália lá e tinha gostado bastante... Segue o site: http://www.furonaorelha.com.br/


Gostei bastante do Dr. Walter também, muito carinhoso, simpático e atencioso.
Foi super tranquilo... a Luísa nem chorou! O furinho é feito em um ponto neutro da orelhinha da bebê, de forma que não haja perda de energia.

Eu queria esperar as vacinas do 2º mês, mas também não queria deixar para furar a orelha dela tão tarde... Como as vacinas foram na segunda-feira e ela não teve qualquer reação, não via a hora de colocar os brincos!
Eu já tinha feito uma tentativa esta semana, na quarta-feira, quando o Dr. Walter atende neste consultório à tarde. Me planejei o dia todo para sair às 15h30 de casa. Consegui a parte mais difícil... mas quando estava no meio do caminho, começou a se armar um temporal. Não tive dúvida e voltei correndo pra casa... Acabei me arrependendo depois, pois a chuva não foi tudo o que prometia... mas não dava pra arriscar!

Hoje ele atendia de manhã (das 7h30 às 10h30), então foi mais fácil. Deixei a mala preparada ontem e assim que acordamos, amamentei a Luísa, troquei a fralda, o Luís já tinha deixado o carro preparado e me trazido café da manhã (que marido, hein!?) e aí deu tudo certo! Só tinha mais uma bebê lá e foi tudo bem rápido...

Pra completar a aventura, fui pra casa da minha mãe e ainda fui ao Cartório (tinha que reconhecer firma no documento de transferência do carro vendido).
Apesar de tudo isso, ainda cheguei em casa às 13h30, poucos minutos antes de cair uma chuvona, com direito a pedrinhas de granizo...


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O pós parto...

Eu já tinha ouvido falar de depressão pós-parto... e não sei se tive ou se a crise do final da primeira semana é normal para alguém com os hormônios à flor da pele, ainda com dor da cesárea, se acostumando com a amamentação e os cuidados com o bebê, além da exaustão causada pela falta de sono...
Mas o que me surpreendeu foi uma situação que perdurou por cerca de 2 semanas: uma confusão mental sem precedentes!

Quando eu me recordo deste período agora, me divirto... mas não foi tão divertido assim enfrentá-lo. Eu tinha vontade de fazer mil coisas ao mesmo tempo e não conseguia realizar um milésimo delas, o que me deixava aflita e frustrada! Também tinha grande dificuldade de concentração, deixando várias coisas inacabadas e me esquecendo de tantas outras.
O que me ajudou foi a criação de listas de atividades (uma garantia de que eu não as esqueceria, o que me tranquilizava) e a auto-afirmação de que teria 6 meses para realizá-las (o que segurava a minha ansiedade)... Mas, quando este turbilhão passou, quase tudo o que me parecia urgente e importantíssimo perdeu prioridade.

Acho que o mais importante é se conscientizar, desde cedo, que não tem jeito: a vida muda (muito) depois que o bebê nasce! Não adianta achar que poderemos continuar fazendo tudo o que fazíamos antes e no mesmo ritmo... nem que a casa estará sempre em ordem... nem que seremos capazes de dar conta de tudo sozinhas.
Ser mãe me ensinou a conhecer melhor (e aceitar) os meus limites. Desde a gravidez, me ensinou também a confiar mais nas outras pessoas e a delegar algumas atividades. Aprendi também a dizer 'não' e a priorizar melhor, além de testar (muito) a minha paciência e resiliência.

Quanto mais nos prepararmos antes do bebê chegar, melhor também: obter o máximo de informação, agendar o pagamento das contas dos próximos meses ou programar lembretes, abastecer a despensa e o freezer, cancelar os compromissos, desligar-se do trabalho, preparar a casa para receber o bebê (inclusive tirando as embalagens dos produtos e organizando-os de maneira prática) e desacelerar o ritmo, se possível.
Assim, quando o bebê chegar, é possível gastar todo o tempo aprendendo a ser mãe e conhecendo o bebê...

SAIBA MAIS:
* Baby Blues, Melancolia pós parto;
* Artigo do BabyCenter sobre a depressão pós parto.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pediatra e Vacinas

Hoje a Luísa está com 2 meses e 3 dias.... começando sua 10ª semana de vida!
Logo cedo, fomos (somente eu e a Luísa, pois o Luís tinha um curso), estreando o meu carro novo (de mãe!), à consulta com a Pediatra.

Ela tirou as medidas da pequena e não deu muita diferença dos números obtidos na sexta 14/11, na consulta com o outro médico.

A Luísa já está com 57 cm de comprimento... já cresceu 10 cm, comparando com o tamanho no nascimento. A Pediatra disse que está ótimo, pois um bebê deve ganhar cerca de 25 cm durante o seu primeiro ano.
E ela está pesando 5,280 Kg... já dobrou de peso (comparando ao peso do dia da alta), mas notei que a taxa de ganho de peso por dia ficou menor agora. Desde que veio para casa até a medição de 03/Jan, ela vinha ganhando entre 45 e 55 gramas por dia. Mas de 03/Jan para hoje, a média foi de somente 23 gramas por dia. A pediatra informou que isso é normal, que agora ela vai começar a ficar cada vez mais ativa, gastando mais energia e também tende a reduzir o número de mamadas (dorme mais à noite).

Por enquanto, a Luísa vai continuar somente com o leite materno. Como vou voltar a trabalhar quando ela estiver completando 6 meses, vamos começar a introduzir outros alimentos um pouco antes.

Também discutimos sobre as vacinas e, seguindo a sugestão da pediatra, acabei levando a Luísa para ser vacinada no Centro de Imunizações do Einstein, pois ela me explicou que todas as vacinas deste 2º mês têm diferenças entre as que aplicam no Posto de Saúde e as disponíveis em Clínicas Particulares - vejam neste outro post. O outro pediatra havia dito que não tinha problema dar todas as vacinas no Posto de Saúde, mas eu achei melhor não arriscar.

A Luísa tomou hoje, então, a Hexavalente (Salk - Poliomielite Inativada, DTPa - Tríplice acelular, Haemophilus Influenzae B e Hepatite B), a Pneumocócica 13-valente (conjugada) e a Rotavírus Pentavalente. Deixamos a Meningocócica Conjugada para o 3º mês (e aí poderá ser no Posto de Saúde, pois não há diferença na vacina).

A Rotavírus foi oral e a Luísa fez muitas caretas e teve ânsia de vômito (o gosto deve ser terrível!). Não foram gotinhas: era uma seringa com um líquido bem grosso.
Mas a pior parte foram as picadas: foi a primeira vez que eu presenciei, pois quando ela tomou a BCG e a 1ª dose da Hepatite B, ainda na Maternidade, eu estava tomando banho. Desta vez, foram 2 picadas, uma em cada perninha, aplicadas por 2 enfermeiras ao mesmo tempo (para evitar 2 crises de choro). Ela chorou bem forte (como eu nunca tinha visto antes, foi quase um grito) e ficou muuuuito vermelha. Mas rapidamente se acalmou, gemeu um pouquinho e saí do Hospital com ela dormindo em meus braços.

Quando cheguei em casa, amamentei-a... tomando muito cuidado para não apertar os locais das picadas, mas acho que ela sentiu uma dorzinha mesmo assim, ao encostar em mim... fez uma carinha de choro (aquela boquinha pra baixo, igual desenho animado?) e depois chorou de mansinho, super sentida... me deu uma pena! Não era choro de manha, acho que era de dor mesmo... Chorei junto!

Ela dormiu, mas de tempos em tempos dava uma reclamadinha, choramingando.... fiquei o tempo todo por perto, tirando a temperatura, acalmando... tadinha!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Extensão do Blog no Facebook!

Até não muito tempo atrás, tudo o que as mães obtinham de informação vinha de livros ou dos conselhos de parentes e amigos. Hoje em dia, antes de ligar para nossas mães, irmãs ou para qualquer amiga ou médico, ligamos outra coisa: o computador!
A Internet desempenha hoje o papel que já foi dos correios e do telefone: o de aproximar pessoas! Mas ela vai muito além... A informação continua vindo de parentes e amigos também, claro (principalmente daqueles conectados!), mas vem enriquecida, validada e criticada por milhares de desconhecidos, ao redor do globo... especialistas e amadores... todos têm voz!

Não sei o que seria de mim sem a Internet... Quer dizer, dá pra imaginar!
Ontem, quando cheguei em casa da consulta ao pediatra da Luísa, vi um cabo arrebentado na rua. Assim que liguei o meu computador descobri que fio era aquele: o cabo da NET!
Desespero total: sem Internet, sem televisão, sem telefone fixo... Quase deixei os atendentes loucos para conseguir um técnico que pudesse resolver o meu problema, com a maior brevidade possível e fiquei mexendo no computador, desconectada de tudo... Incrível como tudo o que queria fazer dependia da conexão. O que aliviou um pouco foi o celular... Salve o 3G!

Mãe de primeira viagem, faço como tantas outras: uso a Internet para pesquisar tudo... Não guardo endereços, guardo o Google como página inicial! Revistas, Jornais, artigos e outras publicações... tudo pela Internet! Só dos livros ainda não consegui me desapegar (só porque ainda não tenho um Kindle, iPad ou outro tablet!)

Bom... mas o motivo deste post é para compartilhar uma novidade...
Tenho orgulho de dizer que tudo começou como um Blog e, junto com a Luísa, foi crescendo... Criei uma página do Blog no Facebook (a ideia veio durante meu momento offline)... e o objetivo é ir um pouco além do Blog: formar uma Comunidade, onde possamos discutir os assuntos que foram postados por aqui em fóruns, compartilhar dicas, experiências  (de um modo bem melhor que através dos comentários do Blog!).
Também criamos alguns álbuns que serão "vitrines" dos nossos lindos bebês, seus quartinhos, itens de enxoval, acessórios...
Será possível ainda visualizar as novidades no Mural e utilizar as ferramentas já conhecidas do Facebook, como o bate-papo e as mensagens para conversarmos com mais liberdade.
E há ideias para muito mais! Então, participe... recomende aos seus amigos, curta... pois este espaço é nosso!

Na barra lateral deste site e na aba "Além do Blog" estão atalhos para facilitar o acesso a qualquer momento. Encontre-nos na rede... =)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Aprendendo a ficar em casa...

Apesar de ter nosso próprio lar há 5 anos e meio e de morar nesta casa há quase 3 anos, nunca passamos de fato muito tempo dentro dela. A gente brinca que ela nos serve de albergue - praticamente para tomar banho e dormir!

Eu trabalho desde os 16 anos, sempre fui de realizar mil coisas ao mesmo tempo e foram poucas as férias de mais de 20 dias (raramente passadas em casa também).
Por conta disso tudo, estou tendo que aprender a ficar em casa e ser um pouco mais "dona de casa", em paralelo com todo o aprendizado exigido pela maternidade.
Na última semana de gestação, em repouso absoluto, começou o meu pânico de ficar presa em casa... e acho que o pior período foi as 2 primeiras semanas com a Luísa, quando eu ainda estava me recuperando da cesárea, com muita dor e mobilidade reduzida, a ponto de ter que minimizar ao máximo as mudanças de posição. O pico foi quando o Luís voltou a trabalhar e fiquei sozinha com a bebê, de somente 9 dias, ainda sem poder subir/descer escadas (e moramos em um sobrado!).

Durante a gravidez, tentei entrevistar algumas pessoas para me ajudarem, principalmente durante a licença maternidade, mas nunca gostei da ideia de compartilhar a casa com outras pessoas, acho que afeta muito a privacidade. Minha mãe parou de trabalhar quando a minha irmã mais velha nasceu e nunca tivemos babá ou empregada em casa, então não estou acostumada com isso... além do custo envolvido.

Há uma pessoa que me ajuda (e muito!) desde que me casei e eu confio muito nela. Quando morávamos no apartamento, ela ia a cada 15 dias... Quando nos mudamos para a casa, ela passou a vir toda semana. Ela é diarista e não tem interesse em mudar de regime... então, no final, a minha solução foi pedir a ela que passasse a vir 2 vezes por semana... e tem funcionado! Aumentar a frequência foi importante especialmente por conta da roupa, que é muita agora com a Luísa (nem só a dela, vira e mexe eu ou o Luís nos sujamos com leite também ou, pior, durante a troca de fralda ou banho!)

Claro que tive que mudar uma série de coisas em casa, organizar melhor tudo e estabelecer uma rotina, além de comprar novos utensílios e organizadores. Agora, restam ainda os desafios da cozinha e os da bebê... mas, por enquanto, estamos sobrevivendo!

sábado, 8 de janeiro de 2011

FOM

Eu simplesmente A-D-O-R-O os FOM's... Se não fossem tão caros, provavelmente teria todos em casa!

O meu primeiro FOM foi presente do Luís há uns 4 anos e era um rolinho com a palavra "LOVE".


Logo que eu descobri que estava grávida, comprei um rolo grande (Rolo Cabeceira), que foi meu companheiro durante toda a gestação e ajudou a me adaptar à melhor posição para uma gestante dormir: sobre o lado esquerdo.
Esta é a melhor posição para o bebê, mas só com ajuda para ficar assim a noite inteira e conseguir descansar... o que é muuuito importante, já que depois dormir uma noite inteira é missão impossível! O Rolo Nó também parece ser muito bom pra isso...

Para ajudar na postura e conforto durante a amamentação, eu adquiri uma daquelas almofadas em formato de "meio Donuts", junto com o Kit de berço e demais itens do enxoval da Luísa.
Não que eu me arrependa, já que achei bem melhor que a quadradinha que eu usei na Maternidade, mas já ia escrever que eu tinha tido uma idéia de melhoria para ela (deixá-la mais gordinha, para apoiar melhor o bebê), quando estava navegando no site da FOM e encontrei um produto exatamente assim, na linha Mamãe e Bebê - Aconchego.
Eles também têm um FOM no formato tradicional (Loopy), mas sai bem mais caro que as encontradas no mercado, então acho que não vale a pena.


E uma recente aquisição, que recomendo muito também, é o e-FOM, um apoio de colo para notebook espetacular!
Ele se adapta perfeitamente ao colo, não deixa o notebook escorregar e o mantém em uma posição confortável, não esquenta as pernas e ainda permite a ventilação do aparelho, evitando que estrague.


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Vacinação - 1º, 2º e 3º meses

A 2ª dose da Hepatite B pode ser dada no bebê com 1 mês ou com 2 meses.
Caso você vá vacinar seu bebê no Posto de Saúde, recomenda-se dar esta vacina com 1 mês, para não acumular ainda mais picadas para o 2º mês.
Caso contrário, nas Clínicas Particulares, existe a opção de uma vacina Hexavalente para o 2º mês que também vale pela 2º dose da Hepatite B, além de proteger contra Difteria, Tétano, Pertussis acelular, Poliomielite inativada e Haemophilus Influenzae B.


Com 2 meses, são recomendadas as seguintes vacinas para o bebê:

* Hepatite B, 2ª dose (caso não tenha tomado no 1º mês) - pode ser substituída no 2º mês pela vacina Hexavalente. A 2ª dose deve ser dada de 30 a 60 dias depois da 1ª dose.

* DTP ou DTPa, 1ª dose (contra difteria, tétano e coqueluche) - pode ser substituída no 2º mês pela vacina Hexavalente, que inclui a DTPa;

Idade para Vacinação: 2, 4, 6 meses, 1º reforço aos 15 meses, 2º reforço entre 5 e 6 anos. Recomenda-se que as vacinas contra tétano e contra difteria sejam reforçadas aos 15 anos e depois a cada 10 anos, por toda a vida, através da vacina dT (dupla adulto).
DTP ou DTPa? A DTP é a vacina tríplice clássica e a DTPa é a vacina tríplice acelular, mais recomendada para os bebês por apresentar um risco de ocorrência de reações adversas significativamente menor que a clássica. Entretanto, a DTPa só é encontrada em Clínicas Particulares de São Paulo, não sendo oferecida nos Postos de Saúde. A DTPa está incluída na Hexavalente.
Difteria: doença contagiosa aguda e grave, popularmente conhecida por “crupe”. Caracteriza-se pelo aparecimento de placas na garganta, que acabam por obstruir a entrada de ar. Anualmente, ocorrem 100.000 casos de Difteria com mais de 8.000 mortes ao redor do mundo. Pessoas não-imunizadas adequadamente encontram-se sob o risco de desenvolver a infecção. Modo de Transmissão:  via aérea, através da tosse, espirros e da fala de pessoas doentes ou portadoras do bacilo. 
Tétano:  doença grave, com alta letalidade, podendo provocar obstrução das vias respiratórias, contração muscular e problemas cardíacos entre outros. A doença pode ser adquirida através de um ferimento com pregos, arames, gravetos, espinhos, instrumentos enferrujados, etc. O Tétano resultante da infecção do cordão umbilical (chamado Tétano Neonatal), é responsável por inúmeras mortes de recém-nascidos, por isso a importância da vacina em gestantes não imunizadas. Modo de Transmissão Não é uma doença contagiosa, sendo adquirido quando da contaminação de um ferimento aberto.
Coqueluche/Pertussis: Também conhecida como “Tosse Comprida”, é uma doença grave e altamente contagiosa, que ocorre principalmente em crianças menores de 5 anos de idade, embora também ocorra em crianças maiores e em adultos. Estima-se que ocorram anualmente cerca de 40 milhões de casos com 360.000 mortes e 50.000 seqüelas neurológicas. A cada ano, 5 milhões de crianças são infectadas pela Coqueluche e 50.000 desenvolvem complicações neurológicas, incluindo danos cerebrais permanentes. Modo de Transmissão: Contato direto com gotículas em aerossol (tosse, espirro, etc.);
Reações adversas da vacina: Podem ser leves como vermelhidão no local da aplicação, inchaço, dor, febre, sonolência e irritabilidade, ou mais graves, em uma pequena parcela dos vacinados, como crise de choro persistente, febre alta ( > 40º C ) e convulsões. Recomenda-se apenas o uso de compressas frias no local da aplicação e anti-térmicos: Paracetamol (Tylenol), ibuprofeno (Alivium) ou dipirona (Novalgina), se necessário. 

* Haemophilus Influenzae B, 1ª dose (Meningite, Epiglotite, Artrite, Pneumonia, etc.) - pode ser substituída  no 2º mês pela vacina Hexavalente;
Idade para Vacinação: em 3 doses, aos 2, 4 e 6 meses com um reforço aos 15 meses de idade.
O Haemophilus influenzae B é uma bactéria responsável por infecções invasivas, graves (como meningite, artrite séptica, epiglotite, pneumonia, celulite, etc.), principalmente em crianças pequenas, nos primeiros anos de vida. 
Estima-se que ocorriam anualmente cerca de dois milhões de infecções graves pelo Haemophilus influenzae b no mundo. Após a introdução da vacina no calendário vacinal de rotina de alguns países, os coeficientes de incidência de doenças invasivas diminuíram drasticamente (em mais de 95%), destacando a importância desta vacina.
Modo de Transmissão: Contato direto de pessoa para pessoa, crianças que freqüentam creches, pré-escolas, etc.
Evolução normal da vacina: febre, dor no local da aplicação, podendo durar de 24 a 72 horas.

* Poliomielite Inativada (Salk, injetável, com vírus inativo) ou Poliomielite Oral (Sabin, gotinhas, com vírus vivo atenuado), 1ª dose - pode ser substituída  no 2º mês pela vacina Hexavalente, que inclui a Salk;
Idade para Vacinação: 2, 4, 6 meses, 1º reforço aos 15 meses, 2º reforço aos 5 anos.
A Poliomielite, conhecida também como Paralisia Infantil, apresentava alta incidência em nosso país, vitimando milhares de crianças brasileiras. O uso rotineiro e sistemático da vacina diminuiu seu aparecimento de forma rápida no Brasil. Desde 1989, nenhum caso comprovado da doença ocorreu. É preciso, no entanto, que o programa de vacinação seja mantido, para que o vírus da Poliomielite não volte a ser introduzido no país. Isto é um exemplo da importância das vacinas para prevenção de doenças. 
Modo de Transmissão: De pessoa para pessoa, pela secreção oro-faringea (saliva) e também pela água e alimentos contaminados com fezes.
Reações adversas da vacina: Raramente observamos reações adversas às vacinas contra a poliomielite, entretanto, existe um risco de ocorrência de poliomielite paralítica associada ao vírus vacinal, de aproximadamente um caso/2 milhões de doses distribuídas em crianças vacinadas com a Sabin (vacina oral, de vírus vivo). Esse risco não existe com a vacina injetável (vacina inativada-VIP). 
Nos Postos de Saúde, é dada a Sabin. A Salk só está disponível nas clínicas particulares (e está incluída na Hexavalente, que pode ser tomada no 2º mês).

* Pneumocócica conjugada, 1ª dose;
Idade para Vacinação - A vacina anti-Pneumocócica conjugada é indicada rotineiramente para todas as crianças, a partir de 2 meses de idade, com três doses no primeiro ano de vida e um reforço aos 15 meses. 
A vacina Pneumocócica 10-valente (conjugada) acabou de ser incluída na rede pública, podendo ser administrada agora nos Postos de Saúde de São Paulo, mas aparece no calendário  para os 3 meses de idade (acredito que seja para não juntar tantas vacinas aos 2 meses). Nas Clínicas Particulares, existe outra versão disponível, que protege ainda mais (outras variações do Pneumococo): a vacina 13-valente.  
A infecção invasiva pelo Pneumococo (Streptococcus Pneumoniae) é a doença imuno prevenível que mais mortes provoca em crianças menores de 5 anos no mundo, sendo uma das principais causas de meningite, pneumonia e outras doenças invasivas em crianças e adultos. Os maiores coeficientes de incidência de meningite pneumocócica são observados em crianças pequenas, destacando a importância de se iniciar a vacinação logo no segundo mês de vida.
A vacina é segura e eficaz para a prevenção de doenças invasivas, graves, causadas pelo pneumococo, contemplando cerca de 70% dos tipos causadores destas doenças no Brasil.
Modo de Transmissão: Por via aérea ou por objetos contaminados.
Reações adversas: Vermelhidão e dor no local da vacina e febre até 48 horas após a aplicação. Outras reações como vômitos são mais raras.

Rotavírus, 1ª dose
O rotavírus é um vírus que causa diarreia grave, frequentemente acompanhada de febre e vômitos. É uma das principais causas de gastroenterites e de óbitos em crianças menores de cinco anos em todo mundo. A maioria das crianças se infecta nos primeiros anos de vida e os casos mais graves ocorrem em crianças até os dois anos de idade.
A diarreia por Rotavírus tem curto período de incubação (24 a 48 horas), início abrupto, vômitos, febre alta e diarréia intensa, podendo evoluir com desidratação, muitas vezes requerendo internação e podendo levar à morte.
As medidas tradicionais de higiene e de saneamento básico não são suficientes para sua prevenção, por ser uma doença de fácil contágio entre as pessoas e de curta incubação. A melhor maneira para o controle da diarréia por Rotavírus é a utilização da vacina.
Existem duas vacinas contra o rotavírus:
Vacina monovalente humana oral, que é dada nos Postos de Saúde e deve ser tomada em duas doses, aos 2 meses (de 6 a 14 semanas de idade) e 4 meses (após 30 dias da 1ª dose, no mínimo, e até no máximo 24 semanas de idade). Esta vacina usa apenas um tipo de vírus (monovalente) e de origem humana. 
Vacina pentavalente bovino-humana oral, disponível somente em Clínicas Particulares e deve ser tomada em três doses, aos 2 (de 6 semanas a 12 semanas de idade), 4 e 6 meses (com intervalo mínimo de 30 dias e a 3ª dose precisa ser aplicada até no máximo 26 semanas de idade). Esta vacina previne a gastrenterite por rotavírus causada pelos sorotipos G1, G2, G3, G4 e G que contêm P1A[8], que são os principais sorotipos circulantes do rotavírus.
Contra-indicações da vacina: Imunodeficiências primárias ou secundárias, Reação anafilática aos componentes da vacina ou à dose anterior, Doença crônica gastrintestinal, má-formação do trato digestivo e história prévia de intussuscepção
Precauções: a vacina deve ser adiada se a criança estiver com vômitos intensos e/ou diarreia grave.
Reações adversas: raras vezes podemos observar febre baixa, diarréia e vômitos de pouca intensidade.

* Meningococo C conjugada, 1ª dose
Idade para vacinação: a partir de 2 meses de idade, em duas doses, com um reforço a partir das 12 meses de idade ou em dose única a partir de um ano de idade. 
Esta vacina (Meningocócica C conjugada) acabou de ser incluída na rede pública, podendo ser administrada agora nos Postos de Saúde de São Paulo, mas aparece no calendário como indicada para bebês de 3 meses de idade. Vamos dar na Luísa nesta idade. Não há diferença entre a vacina disponível nos Postos de Saúde e nas Clínicas Particulares.
A doença meningocócica é contagiosa, podendo se manifestar com formas clínicas que vão desde um simples estado de portador da bactéria, sem sintomas, até formas graves com meningite e septicemia, de evolução potencialmente fatal em poucas horas. Nos últimos anos, tem havido predomínio do sorogrupo C, responsável por 75% dos casos de doença meningocócica em São Paulo em 2007.

Modo de Transmissão: De pessoa para pessoa, por secreções respiratórias, saliva, etc. O maior índice de contaminação é encontrado nas escolas e creches.

Reações adversas: Febre, dor no local da aplicação.

SAIBA MAIS:

Vacinas - Posto de Saúde x Clínica particular

Desde 1973, com a criação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o Ministério da Saúde define as  vacinas obrigatórias do  calendário de vacinação, mas permite que cada Estado proponha medidas complementares em seu território. Desta forma, o calendário abaixo é de São Paulo, para 2011, podendo haver variação em outros Estados do Brasil.

As primeiras vacinas da Luísa foram administradas ainda na Maternidade, por ser importante serem dadas o mais cedo possível. Mas os 2 pediatras que estamos consultando nos informaram que praticamente todas as vacinas que o bebê precisa podem ser dadas na rede pública, sem problemas, o que é muito bom!

Independentemente de ser público ou particular, é importante analisar bem as condições de higiene e o ambiente do local em que você pretende vacinar o seu bebê. Um dos pediatras sugeriu que, ao chegar ao local, antes de entrar com a bebê, devemos fazer uma inspeção, vendo se não está muito lotado, onde a vacina é aplicada, etc.
Existe uma série de Cínicas de Vacinação em São Paulo (eu conheço a Vacinar, onde tomei as 3 doses de Hepatite B antes de engravidar e a que administrou as primeiras vacinas da Luísa no Hospital foi a Clinivac).
E também há muitos postos de saúde para se escolher - veja a relação completa neste link.

Existem algumas vacinas, entretanto, que não estão disponíveis na rede pública (por não serem obrigatórias) e há algumas vacinas que têm variações entre as oferecidas na rede pública e as que podem ser administradas em clínicas particulares, sendo que as últimas normalmente oferecem proteções adicionais, menos risco de reações adversas ou simplesmente se combinam para reduzir as picadas no bebê. Nos posts sobre o tema vacinação, para cada idade de referência, tentarei falar sobre estas diferenças. Você pode acessar todos estes posts pela tag "Vacinas".

SAIBA MAIS:
  • Introdução de novas vacinas no Calendário Estadual de Imunização - SÃO PAULO, 2011 (Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo). Neste documento há informações sobre as vacinas que foram inseridas este ano no Calendário de Imunização de São Paulo e também o Calendário completo de vacinação nos Postos de Saúde para crianças, que reproduzi neste post.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tanto trabalho para se escolher um nome...

A gente queima os neurônios para escolher um nome adequado para nossos filhos e depois acabamos adotando outras formas de chamá-los...

Em minha família, com os amigos mais antigos e pela Internet afora, sou conhecida como Kisinha. Para todos os demais, sou chamada apenas de Cris... Quando ouço "Cristiane" acho muito estranho: ou é alguém que não me conhece ou é alguém me dando uma bronca... rs!
O Luís também tem vários apelidos, dependendo do círculo: Sussu (para nossos amigos da USP), Taj (para o pessoal que trabalhou com ele no Unibanco), Lu (para outros tantos) e Lui (para mim).
Até os nossos cãezinhos, Luke e Anakin, têm apelidinhos... Quiquinho/Gremlinzinho/Chewbacca/Lukão, Naná/Pipoca/Kinzinho...

Não seria diferente com a Luísa, né? Mal nasceu e já posso fazer uma lista: Lu, Lulu, Petuchinha, Petutti, Pituquinha... além dos tradicionais bebê, nenê, neném (...)
Mas o que eu mais gosto é Luzinha, pois é isso que ela é realmente... uma luz em nossas vidas!

domingo, 2 de janeiro de 2011

As visitas da Luísa em 2010!

Nestes primeiros dias de vida, a Luísa já recebeu muitas visitas... abaixo, está um clipe que criei com as fotos que tiramos (infelizmente, não de todo mundo)... e abaixo coloquei a vasta lista dos familiares e amigos que já conheceram nossa bebê ao vivo. Muito obrigada pelo carinho!!!



Domingo, 14 de Novembro, logo após seu nascimento:
* Tia Lili e Tio Felipe, os primeiros a chegar;
* Vovó Neide, Tia Vivi, Tio Jorge, priminhos Matheus e Mariana;
* Tia Lucy, Tio Zé e priminha Gabi;
* Luiz Paulo (Comgás), Sueli (Banco Real), Daniel e Fernandinha;
* Renata (BV), Pedro e Pedrinho;
* Vovó Amélia e Tio Sílvio.

Segunda-feira, 15 de Novembro, feriado, na Maternidade:
* Tia Vivi e priminho Matheus, com as minhas Tias Dirce, Wilma e Amélia e minha prima Renata;
* Serginho e Gabriela;
* Cida (Banco Real), Júlio e Julinha;
* Cecília (Banco Real);
* Meus primos Edson, Carlinhos, Sílvia e seu filho Caio, com minha Tia Aurora;
* Poliana e Tia Lili;
* Adriana (Banco Real);
* Ronaldo e Luciana;
* Débora e Wesley;
* Vovó Amélia e os Titios Titan e Tatinha.

Terça-feira, 16 de Novembro, na Maternidade:
* Fernanda (Comgás) e a pequena Natália;
* Márcia e as duas Roselis (Comgás) - esqueci de tirar fotos...
* Sandra (Comgás) - esqueci de tirar fotos...
* Guidi e Carlos Reis - esqueci de tirar fotos...
* Vovó Neide, Tia Vivi e priminho Matheus;
* Raquel (Comgás);
* Vovô Paulo, meu pai;
* Jane (Banco Real);
* Meus primos Rubens e Fátima;
* Alinne, Beto e o pequeno Leandro;
* Camila e Leo.

Quarta-feira, 17 de Novembro - Após alta, em nossa casa
* Conheceu os irmãozinhos Luke e Anakin;
* A Vovó Amélia veio trazer uma comidinha para o papai e a mamãe.

Quinta 18 e Sexta 19 de Novembro
* Breve visita da Fernanda, que me ajudou levando a documentação da Luísa na Comgás.

Sexta-feira, 19 de Novembro - Camila e Leo

Sábado, 20 de Novembro
* Alinne, Eliana e o pequeno Leandro;
* Camila, após fazer as comprinhas na Feira do Bebê pra mim!
* Tio Laércio e priminho Caio.

Domingo, 21 de Novembro
* Vovô Manoel;
* Tio Zé, Tia Lucy e Gabi;
* Vovó Neide, Tia Lili, Tio Felipe e priminho Matheus (a Tia Vivi tava doente);
* Vovô Paulo;
* Camila e Leo

Quinta-feira, 25 de Novembro - Tio Sílvio

Sexta-feira, 26 de Novembro - Ingrid, Íris e a pequena Natalie

Sábado, 27 de Novembro - Tio Nelson, Tia Deleuza, Camila, Leo, Márcio e Elaine

Domingo, 28 de Novembro - Vovó Neide, Tia Lili e Tio Felipe

Terça-feira, 30 de Novembro até Sexta 02 de Dezembro - Vovó Neide

Quarta-feira, 01 de Dezembro - Fernanda

Sábado, 04 de Dezembro - Tia (do Luís) Fátima e primos Aline, Rafael e Danilo

Domingo, 05 de Dezembro
* Denise e Eurico
* Milca, Jack e Rafinha
* Tia Lili e Tio Lipe
* Camila e Leo

Teça, 07 de Dezembro
* Dra. Rosa
* Fernanda, Helinho e Natália

De Quarta, 08 até Sexta, 10 de Dezembro - Vovó Neide

Quarta-feira, 08 de Dezembro - Íris, Natalie, Erika e Miriam

Domingo, 12 de Dezembro - na casa da vovó Neide
* Vovó Neide
* Tia Vivi, Jorge e Matheus
* Tia Lucy, Tio Zé e Gabi
* Tia Dirce, Tia Wilma e Renata
- Em nossa casa
* Serginho e Gabriela

Segunda-feira, 13 de Dezembro - Tamires, filha da Regina

Terça-feira, 14 de Dezembro - Primeiro mês-versário! Vovó Amélia, Tio Sílvio e priminho Alexandre

Sexta-feira, 17 de Dezembro - Raquel

Domingo, 19 de Dezembro - Na casa da vovó Neide
* Vovó Neide
* Tia Lili e Tio Lipe
* Tia Vivi e Matheus
* Tia Lucy, Tio Zé e Gabi
* Oswaldo, Valéria e D. Cida
- Em nossa casa
* Camila e Leo

Segunda-feira, 20 de Dezembro - Fabrisa

Quinta-feira, 23 de Dezembro
* Vovó Neide e priminho Matheus
* Tia Vivi, no final do dia

Sexta-feira, 24 de Dezembro - Véspera de Natal
* Vovó Neide
* Tia Lili e Tio Lipe
* Tia Vivi, Tio Jorge, Mariana e Matheus

Sábado, 25 de Dezembro - Natal
* Vovó Neide
* Tia Lili e Tio Lipe
* Tio Zé, Tia Lucy e Gabi
* Tia Vivi e Matheus
* Oswaldo, Valéria e Fernando

Quinta-feira, 30 de Dezembro
* D. Eliana, Alinne e Leandro

Sexta-feira, 31 de Dezembro - Véspera de Ano Novo na casa da Vovó Neide
* Vovó Neide
* Tia Vivi, Tio Jorge e Matheus

Primeira virada de ano



 No dia 31, fomos no final da tarde à casa da Vovó Neide, levando também o Luke e o Anakin.

Além da vovó, estavam a Tia Vivi, o Tio Jorge e o priminho Matheus. Ficamos lá até umas 2 horas da manhã... 
Minha mãe e minha irmã Vivi fizeram as comidinhas deliciosas!


A Luísa usou o macacãozinho que ganhou do Tio Laércio, Tia Graciete e priminho Caio





No dia 01, recebemos em nossa casa a Vovó Neide, a Tia Lili e o Tio Felipe. 
Foi um dia bem gostoso também! 

E a Luísa estava uma boneca, com o vestidinho que ganhou dos nossos amigos Luciana, Ronaldo e Gabriela... Vejam só, que gracinha!
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